3/31/2019

Conhecer Deus é a senda para temer a Deus e evitar o mal



                                                   
                                                   Fonte da imagem: Relâmpago do Oriente


Conhecer Deus é a senda para temer a Deus e evitar o mal


Cada um deve examinar novamente sua vida de fé em Deus para ver se, na busca de Deus, você realmente entendeu, verdadeiramente compreendeu e verdadeiramente chegou a conhecer Deus, se você realmente sabe que atitude Deus tem para com os vários tipos de seres humanos e se você realmente entende o que Deus está operando em você e como Ele define cada ato seu. Esse Deus que está ao seu lado, guiando a direção de seu progresso, ordenando seu destino e suprindo suas necessidades ─ em última análise, quanto você entende e quanto você realmente sabe sobre Ele? Você sabe o que Ele opera em você a cada dia? Você sabe os princípios e propósitos sobre os quais Ele baseia cada uma de Suas ações? Você sabe como Ele guia você? Sabe o meio pelo qual Ele provê para você? Conhece os métodos pelos quais Ele guia você? Sabe o que Ele deseja obter de você e o que Ele deseja alcançar em você? Você sabe que atitude Ele toma em relação às diversas formas como você se comporta? Sabe se você é uma pessoa amada por Ele? Sabe a origem de Sua alegria, ira, sofrimento e prazer, os pensamentos e ideias por trás deles e Sua essência? Sabe, afinal, que tipo de Deus é esse no qual você acredita? Essas e outras questões desse tipo são algo que você nunca entendeu ou em que você nunca pensou? Ao buscar sua crença em Deus, através da real apreciação e experiência das palavras de Deus, você esclareceu seus mal-entendidos sobre Ele? Depois de receber a disciplina e repreensão de Deus, você chegou a uma verdadeira submissão e genuíno cuidado? No meio do castigo e julgamento de Deus, você chegou a conhecer a natureza rebelde e satânica do homem e obteve um módico entendimento da santidade de Deus? Sob a direção e esclarecimento das palavras de Deus, você começou a ter uma nova perspectiva de vida? No meio da provação enviada por Deus, você sentiu Sua intolerância para com as ofensas do homem, assim como o que Ele requer de você e como Ele o está salvando? Se você não sabe o que é entender Deus mal ou como esclarecer esse mal-entendido, então pode-se dizer que você nunca entrou em verdadeira comunhão com Deus e nunca entendeu Deus ou, pelo menos, pode-se dizer que você nunca desejou entendê-Lo. Se você não sabe o que são a disciplina e o castigo de Deus, então certamente não sabe o que são submissão e cuidado ou, pelo menos, você nunca realmente cuidou de Deus nem se submeteu a Deus. Se você nunca experimentou o castigo e o julgamento de Deus, então certamente não saberá o que é a Sua santidade e você entenderá menos ainda o que é a rebelião do homem. Se você nunca teve realmente uma perspectiva correta da vida, ou uma meta correta na vida, mas ainda está num estado de perplexidade e indecisão sobre a sua futura senda na vida, até ao ponto de estar hesitante em seguir adiante, então é certo que você nunca recebeu realmente o esclarecimento e a direção de Deus, e pode-se também dizer que você nunca foi realmente suprido ou abundantemente provido pelas palavras de Deus. Se você ainda não se submeteu à provação de Deus, é desnecessário dizer que você certamente não saberá o que é a intolerância de Deus às ofensas do homem, nem compreenderia afinal o que Deus requer de você e, menos ainda, Sua obra de gerenciamento e salvação do homem. Não importa há quantos anos uma pessoa crê em Deus, se ela nunca experimentou ou nunca percebeu nada nas palavras de Deus, então com certeza ela não está trilhando a senda para a salvação, sua fé em Deus certamente não tem conteúdo real, seu conhecimento de Deus com segurança também é zero e, não é necessário dizer, ela não tem a menor ideia do que é reverenciar Deus. O ser e as posses de Deus, a essência de Deus, Seu caráter ─ tudo se deu a conhecer em Suas palavras para a humanidade. Quando experimentar as palavras de Deus, o homem entenderá, no processo de executá-las, o propósito por trás das palavras que Deus profere, compreenderá a fonte e o contexto das palavras de Deus e entenderá e apreciará o efeito pretendido das palavras de Deus. Para a humanidade, essas são todas coisas que o homem deve experimentar, entender e acessar para aceder à verdade e à vida, entender as intenções de Deus, ser transformado em seu caráter, e tornar-se capaz de submeter-se à soberania e arranjos de Deus. Ao mesmo tempo em que o homem experimentar, entender e acessar essas coisas, ele terá gradualmente obtido um entendimento de Deus e, nesse momento, ele também terá obtido graus diferentes de conhecimento sobre Ele. Esse entendimento e conhecimento não vêm de algo que o homem imaginou ou compôs, mas do que ele aprecia, experimenta, sente e corrobora dentro de si. Só após apreciar, experimentar, sentir e corroborar essas coisas é que o conhecimento que o homem tem de Deus adquire conteúdo; só o conhecimento que ele obtém nesse momento é real, verdadeiro e exato, e esse processo ─ de alcançar um entendimento e um conhecimento genuínos de Deus pela apreciação e experiência, pelo sentir e corroborar Sua palavras ─ não é outra coisa senão a verdadeira comunhão entre Deus e o homem. No meio desse tipo de comunhão, o homem vem verdadeiramente a entender e compreender as intenções de Deus, vem verdadeiramente a entender e conhecer o ser e as posses de Deus, a essência de Deus, vem gradualmente a entender e conhecer o caráter de Deus, chega à verdadeira certeza e correta definição do fato do domínio de Deus sobre toda a criação, e obtém um rumo substancial para o conhecimento da identidade e posição de Deus. No meio desse tipo de comunhão, o homem muda, passo a passo, suas ideias sobre Deus, não mais imaginando-O do nada nem dando rédeas a suas próprias suspeitas sobre Ele, ou entendendo-O mal, condenando-O ou julgando-O, ou duvidando Dele. Em consequência, o homem terá menos debates com Deus, terá menos conflitos com Deus e haverá menos ocasiões para que se rebele contra Deus. Em contrapartida, o cuidado por Deus e submissão do homem a Deus crescerão e sua reverência a Deus se tornará mais real assim como mais profunda. No meio desse tipo de comunhão, o homem não somente alcançará a provisão da verdade e o batismo da vida, mas, ao mesmo tempo, alcançará verdadeiro conhecimento de Deus. No meio desse tipo de comunhão, o homem não somente será transformado em seu caráter e receberá a salvação, mas, ao mesmo tempo, também adquirirá a verdadeira reverência e adoração de um ser criado para com Deus. Tendo tido esse tipo de comunhão, a fé do homem em Deus não mais será uma página em branco, ou uma promessa oferecida da boca para fora, ou uma forma de busca cega e idolatração; somente com esse tipo de comunhão a vida do homem crescerá em maturidade dia após dia e só então seu caráter gradualmente será transformado, sua fé em Deus passará, progressivamente, de uma fé incerta e vaga a uma genuína submissão e cuidado, a uma real reverência; o homem também, em sua busca por Deus, gradualmente progredirá de uma instância passiva para uma ativa, de alguém que sofre a ação para alguém que age positivamente; somente com esse tipo de comunhão o homem chegará à verdadeira compreensão e entendimento de Deus, ao verdadeiro conhecimento de Deus. Porque a grande maioria das pessoas nunca entraram em verdadeira comunhão com Deus, seu conhecimento de Deus para no nível da teoria, no nível das letras e doutrinas. Equivale a dizer que a grande maioria das pessoas, não importa quantos anos tenha crido em Deus, ainda está, no que diz respeito a conhecer Deus, no mesmo lugar onde começou, presa aos fundamentos das formas tradicionais de culto, com seus adornos de cores lendárias e superstição feudal. O fato do conhecimento de Deus pelo homem ficar paralisado no ponto de partida significa que ele é praticamente inexistente. A não ser pelo fato de o homem afirmar a posição e a identidade de Deus, a fé do homem em Deus ainda está num estado de vaga incerteza. Sendo assim, quanto pode o homem ter de verdadeira reverência a Deus?


 Não importa quão firmemente você creia em Sua existência, isso não pode tomar o lugar do conhecimento de Deus nem o de sua reverência a Deus. Não importa quanto você tenha desfrutado de Suas bênçãos e de Sua graça, isso não pode tomar o lugar de seu conhecimento de Deus. Não importa quão desejoso e ansioso você esteja para consagrar e despender tudo de si por causa Dele, isso não pode tomar o lutar de seu conhecimento de Deus. Talvez você tenha se acostumado tanto com as palavras que Ele proferiu, ou as tenha até mesmo memorizado e possa recitá-las de trás para a frente, mas isso não pode tomar o lugar do seu conhecimento de Deus. Por mais intenção que o homem possa ter de seguir a Deus, se ele nunca teve uma genuína comunhão com Deus, ou uma genuína experiência das palavras de Deus, seu conhecimento de Deus não seria mais do que uma página em branco ou um devaneio interminável; por mais que você tenha sociabilizado com Deus de passagem ou O encontrado face a face, seu conhecimento de Deus ainda seria zero e sua reverência a Deus não mais do que uma frase de efeito vazia ou um ideal.




 Muitas pessoas pegam as palavras de Deus para as ler dia após dia, até o ponto de cuidadosamente memorizar todas as passagens clássicas que contém e guardá-las como seu tesouro mais precioso e, além disso, pregar as palavras de Deus em todo lugar, provendo e ajudando os outros por meio de Suas palavras. Elas pensam que fazer isso é dar testemunho de Deus, dar testemunho de Suas palavras, que fazer isso é seguir o caminho de Deus; pensam que fazer isso é viver pelas palavras de Deus, que isso é aplicar as Suas palavras às próprias vidas, que fazer isso lhes permitirá receber os elogios de Deus e ser salvas e aperfeiçoadas. Mas, mesmo pregando as palavras de Deus, nunca cumprem com as palavras de Deus na prática ou tentam alinhar-se com o que está revelado nelas. Antes, elas usam as palavras de Deus para ganhar a adoração e confiança dos outros trapaceando, para entrar no gerenciamento por conta própria e defraudar e roubar a glória de Deus. Elas esperam, em vão, usar a oportunidade dada para divulgar as palavras de Deus para receberem a obra de Deus e Seus elogios. Quantos anos se passaram, mas essas pessoas não somente não conseguiram merecer os elogios de Deus no processo de pregar as palavras de Deus, não somente foram incapazes de descobrir o caminho que deveriam seguir no processo de dar testemunho das palavras de Deus, como também não ajudaram a suprir a si mesmas no processo de suprir e ajudar os outros por meio das palavras de Deus, foram incapazes de conhecer Deus e de despertar a si mesmas para uma reverência genuína a Deus, no processo de fazer todas essas coisas; mas, ao contrário, seus mal-entendidos sobre Deus aumentam cada vez mais, sua desconfiança em Deus se torna cada vez mais grave, e suas imaginações sobre Ele, mais hiperbólicas. Supridas e guiadas por suas teorias sobre as palavras de Deus, elas aparentam estar completamente em seu ambiente, como se estivessem exercendo suas habilidades com toda a facilidade, como se tivessem encontrado seu propósito na vida, sua missão, como se tivessem ganhado nova vida e fossem salvas, como se, com as palavras de Deus fluindo cristalinas de suas bocas em recital, elas tivessem obtido acesso à verdade, entendido as intenções de Deus e descoberto a senda para conhecer Deus, como se, no processo de pregar as palavras de Deus, elas ficassem frequentemente face a face com Deus. Ademais, elas são frequentemente “tocadas” ao ponto de ter ataques de choro e, geralmente, levadas pelo “Deus” nas palavras de Deus, elas aparentam estar incessantemente entendendo Sua sincera solicitude e gentil intenção e, ao mesmo tempo, ter compreendido a salvação do homem por Deus e Seu gerenciamento, ter chegado a conhecer a Sua essência e a ter compreendido Seu justo caráter. Com base nesse fundamento, elas parecem crer ainda mais firmemente na existência de Deus, ser mais cientes de Seu estado exaltado e sentir ainda mais profundamente Sua grandeza e transcendência. Embebidas nesse conhecimento superficial das palavras de Deus, pareceria que sua fé cresceu, que sua resolução para suportar o sofrimento foi fortalecida e que seu conhecimento de Deus foi aprofundado. Pouco sabem elas que, até que elas realmente experimentem as palavras de Deus, todo o seu conhecimento de Deus e suas ideias sobre Ele advêm de sua imaginação fértil e de conjectura. Sua fé não resistiria a qualquer tipo de teste de Deus, aquilo que chamam de espiritualidade e estatura simplesmente não resistiria à prova ou inspeção de Deus, sua resolução não passa de um castelo construído sobre a areia, e o suposto conhecimento de Deus também não é mais que uma invenção de sua imaginação. De fato, essas pessoas que, por assim dizer, investiram muito nas palavras de Deus, nunca perceberam o que é a verdadeira fé, o que é a verdadeira submissão, o que é verdadeiro cuidado por Deus nem o que é conhecimento real de Deus. Elas tomam a teoria, a imaginação, o conhecimento, o dom, a tradição, a superstição, e até mesmo os valores morais da humanidade, e os transformam em “capital de investimento” e “armas militares” para acreditar em Deus e buscá-Lo, tornando-os fundamentos da sua crença em Deus e sua busca por Ele. Ao mesmo tempo, elas também pegam esse capital e armas e os transformam em um talismã mágico para conhecer a Deus, para encontrar e contender contra inspeção, a provação, o castigo e o julgamento de Deus. No final, o que elas acumulam consiste em nada mais do que conclusões sobre Deus que estão mergulhadas em conotação religiosa, na superstição feudal e em tudo que é romântico, grotesco e enigmático, seu modo de conhecer e definir a Deus está gravado no mesmo molde que o das pessoas que creem apenas no Céu Acima, ou no Bom Velhinho no Céu, enquanto a realidade de Deus, Sua essência, Seu caráter, Suas posses e Seu ser, e assim por diante — tudo isso tem a ver com o Próprio Deus real — são coisas que o conhecimento delas não conseguiu captar, é

3/30/2019

Melhor música gospel “Os feitos de Deus preenchem a vasta extensão do universo”


Melhor música gospel “Os feitos de Deus preenchem a vasta extensão do universo”

Os feitos de Deus preenchem a vasta extensão do universo


Do alto, Deus observa tudo, e do alto, Ele domina tudo. Ao mesmo tempo, envia salvação sobre a terra. Do Seu lugar secreto, Deus olha o tempo todo, cada movimento do homem, tudo o que diz e faz. Deus conhece o homem como a palma da mão. O lugar secreto é a Sua casa, o céu é onde Ele repousa. A força de Satanás não alcança a Deus, pois Ele é cheio de majestade, justiça e juízo.

Deus pisou todas as coisas com Seus pés, Ele estende o olhar sobre o universo. E Deus andou entre os homens, provou doçura e amargura, todos os sabores do mundo humano; mas os homens nunca reconheceram a Deus, nem O notaram quando andou na terra. Porque Deus ficou em silêncio e não mostrou atos sobrenaturais, assim, eles nunca O viram. As coisas não são mais como eram: Deus fará coisas que, ao longo dos tempos, o mundo nunca viu, Deus dirá palavras que, ao longo dos tempos, os homens nunca ouviram, porque Ele quer que toda a humanidade a conheça o Deus encarnadode Seguir o Cordeiro e cantar cânticos novos

Relâmpago do Oriente, Igreja de Deus Todo-Poderoso foi criada por causa da aparição e da obra de Deus Todo-Poderoso, a segunda vinda do Senhor Jesus, Cristo dos últimos dias. Ela é constituída por todos aqueles que aceitam a obra de Deus Todo-Poderoso nos últimos dias e que são conquistados e salvos por Suas palavras. Foi totalmente fundada pelo próprio Deus Todo-Poderoso e é liderada por Ele, como seu Pastor. Ela definitivamente não foi criada por uma pessoa. Cristo é a verdade, o caminho e a vida. As ovelhas de Deus ouvem a voz de Deus. À medida em que for lendo as palavras de Deus Todo-Poderoso, você presenciará a aparição de Deus.


3/29/2019

Palavra de Deus "Somente aqueles que conhecem a obra de Deus hoje podem servir a Deus"

Palavra de Deus "Somente aqueles que conhecem a obra de Deus hoje podem servir a Deus"

Deus Todo-Poderoso diz: Para dar testemunho de Deus e envergonhar o grande dragão vermelho, você deve ter um princípio e uma condição: você deve amar a Deus no seu coração e entrar em Suas palavras. Se você não entrar nas palavras de Deus, você não terá como envergonhar Satanás. Por meio do crescimento da sua vida, você repudia o grande dragão vermelho e inflige a ele a mais absoluta humilhação; só então o grande dragão vermelho fica realmente envergonhado. Quanto mais disposto você estiver a pôr as palavras de Deus em prática, maior a prova de seu amor a Deus e a sua abominação ao grande dragão vermelho; quanto maior a sua obediência às palavras de Deus, maior a prova de seu anseio pela verdade. Aqueles que não anseiam pelas palavras de Deus são pessoas sem vida. Essas pessoas são aquelas que estão fora das palavras de Deus e que pertencem à religião. As pessoas que acreditam verdadeiramente em Deus, adquirem mais profundo conhecimento de Suas palavras ao comê-las e bebê-las. Se você não anseia pelas palavras de Deus, então você não pode comê-las e bebê-las de verdade, e sem ter conhecimento das palavras de Deus, você não tem meios de testificar de Deus nem de O satisfazer.

Em sua fé em Deus, como você deveria conhecê-Lo? Você deveria vir a conhecer Deus com base em Suas palavras e Sua obra atuais, sem desvio nem falácia, e antes de qualquer outra coisa, deveria conhecer a obra de Deus. Esse é o alicerce do conhecimento de Deus. Todas as diversas falácias que não têm uma pura aceitação das palavras de Deus são concepções religiosas, são uma aceitação pervertida e errônea. A maior habilidade das figuras religiosas é tomar as palavras de Deus que eram aceitas no passado e compará-las com as palavras atuais de Deus. Se, ao servir ao Deus de hoje, você se apegar às coisas que o Espírito Santo iluminou no passado, seu serviço causará uma interrupção e sua prática será ultrapassada, e não será nada mais que uma cerimônia religiosa. Se você acredita que os que servem a Deus devem ser externamente humildes e pacientes… e se você põe em prática esse tipo de conhecimento hoje, então, tal conhecimento é concepção religiosa e tal prática transformou-se em uma representação hipócrita. “Concepções religiosas” referem-se a coisas antiquadas e obsoletas (inclusive a aceitação de palavras previamente faladas por Deus e de luz diretamente revelada pelo Espírito Santo) e, se postas em prática hoje, resultam na interrupção da obra de Deus sem benefício para o homem. Se um homem não for capaz de expurgar de seu interior essas coisas que pertencem às concepções religiosas, então elas se tornarão um grande obstáculo ao serviço do homem a Deus. As pessoas com concepções religiosas não têm como acompanhar os passos da obra do Espírito Santo, vão ficando um passo atrás, depois dois — porque essas concepções religiosas tornam o homem extraordinariamente presunçoso e arrogante. Deus não tem saudade do que falou e fez no passado; se é coisa obsoleta, então Ele a elimina. Com certeza você é capaz de desfazer-se de suas concepções? Se você se apegar às palavras que Deus falou no passado, isso prova que você conhece a obra de Deus? Se você não consegue aceitar a luz do Espírito Santo hoje e prefere aferrar-se à luz do passado, isso pode provar que você segue os passos de Deus? Você ainda é incapaz de abrir mão de concepções religiosas? Se esse for o caso, você acabará sendo alguém que se opõe a Deus. 

 Caso se desfaça das concepções religiosas, então o homem não usará sua mente para avaliar as palavras e a obra atuais de Deus e, em lugar disso, obedecerá diretamente. Mesmo que a obra atual de Deus seja evidentemente diferente da do passado, você é capaz de deixar de lado as opiniões do passado e obedecer diretamente à obra atual de Deus. Se você é capaz de tal conhecimento e dá lugar de destaque à obra de Deus hoje, não importando como Ele operou no passado, então você é alguém que deixou suas concepções, que obedece a Deus, que é capaz de obedecer à obra e às palavras de Deus e seguir os passos de Deus. Nisso, você será alguém que verdadeiramente obedece a Deus. Você não analisa nem escrutina a obra de Deus; é como se Deus tivesse esquecido Sua obra anterior e você também a tivesse esquecido. O presente é o presente, o passado é o passado e, já que Deus pôs de lado o que fez no passado, você não deve insistir nisso. Só então você será alguém que obedece totalmente a Deus e que abriu mão completamente de suas concepções religiosas. 

Como sempre, há novos desdobramentos na obra de Deus, consequentemente há nova obra e também há obra obsoleta e velha. Tal obra velha e a nova não são contraditórias, mas complementares; cada passo segue-se ao último. Porque há obra nova, é claro que as coisas velhas têm de ser eliminadas. Por exemplo, algumas das antigas práticas e dos dizeres habituais do homem, junto com seus muitos anos de experiência e ensinamentos, formaram todo tipo de concepções na mente humana. Ainda mais propício à formação de tais concepções pelo homem é o fato de Deus ainda ter de revelar-lhe plenamente a Sua verdadeira face e Seu caráter inerente, combinado com a disseminação, ao longo de muitos anos, de teorias tradicionais originadas em tempos antigos. É justo dizer que, durante o curso da fé do homem em Deus, a influência de diversas concepções levou à contínua formação e evolução, no homem, de um conhecimento no qual ele tem todo tipo de concepções sobre Deus — com o resultado de que muitas pessoas religiosas que servem a Deus passaram a ser Seus inimigos. Assim, quanto mais fortes as concepções religiosas das pessoas, mais elas se opõem a Deus e mais elas são Suas inimigas. A obra de Deus é sempre nova, nunca é velha e nunca forma doutrina, e, em vez disso, está sempre mudando e renovando-se em maior ou menor medida. Essa obra é a expressão do caráter inerente do Próprio Deus. É também o princípio inerente da obra de Deus e um dos meios pelos quais Ele realiza a Sua gestão. Se Deus não operasse dessa forma, o homem não mudaria nem seria capaz de conhecê-Lo, e Satanás não seria derrotado. Assim, em Sua obra constantemente acontecem mudanças que parecem erráticas, mas na verdade são periódicas. No entanto, o modo em que o homem acredita em Deus é muito diferente. Ele aferra-se a doutrinas e sistemas antigos e bem conhecidos que, quanto mais velhos, mais palatáveis são para ele. Como poderia a mente tola do homem, uma mente intransigente que nem pedra, aceitar tanta obra e palavras novas e insondáveis de Deus? O homem abomina o Deus que é sempre novo e nunca velho; ele só gosta do Deus velho e antiquado, imóvel e de cabelo branco. Logo, como Deus e o homem têm seus gostos diferentes, o homem virou inimigo de Deus. Muitas dessas contradições existem ainda hoje, quando Deus já tem feito uma nova obra por quase seis mil anos. Por conseguinte, elas são irremediáveis. Talvez seja por causa da teimosia humana ou porque os decretos administrativos de Deus não podem ser violados por nenhum homem — mas esses clérigos ainda se aferram a livros e papéis velhos e bolorentos, enquanto Deus prossegue a Sua obra de gestão incompleta como se não tivesse ninguém a Seu lado. Embora essas contradições tornem Deus e os homens inimigos e sejam mesmo irreconciliáveis, Deus não as leva em consideração, como se elas ali estivessem, mas não estivessem ali. No entanto, o homem ainda permanece fiel às suas crenças e concepções e não abre mão delas. Mas uma coisa é óbvia: mesmo que o homem não se afaste da sua postura, os pés de Deus estão sempre em movimento e Ele está sempre mudando Sua postura conforme o ambiente e, no fim, o homem é que será vencido sem luta. Deus é, enquanto isso, o maior inimigo de todos os Seus adversários que foram derrotados, como é também o campeão daqueles dentre a humanidade que têm sido derrotados e daqueles que ainda têm de ser derrotados. Quem pode competir com Deus e sair vitorioso? As concepções do homem parecem vir de Deus porque muitas delas nasceram como resultado da obra de Deus. Mas nem por isso Ele perdoa o homem, tampouco o cobre de elogios por fabricar lote após lote de produtos “para Deus” que estão fora da Sua obra. Pelo contrário, Ele está sumamente aborrecido com as concepções e as velhas crenças pias dos homens, e até ignora a data em que essas concepções surgiram pela primeira vez. Ele não admite de modo algum que essas concepções sejam causadas por Sua obra, pois quem difunde as concepções humanas é o homem, e sua fonte são os pensamentos e a mente do homem, não é Deus, mas Satanás. Tem sido sempre intenção de Deus que Sua obra seja nova e viva, não velha e morta, e aquela que Ele faz o homem defender com firmeza varia conforme a era e o período, não é perpétua nem imutável. Isso porque Ele é um Deus que faz o homem viver e ser novo, ao contrário de um diabo, que faz o homem morrer e ser velho. Vocês ainda não compreendem isso? Você tem concepções a respeito de Deus e é incapaz de abrir mão delas devido à sua estreiteza mental. Não é porque haja pouco sentido na obra de Deus, ou porque a obra de Deus não esteja alinhada com os desejos humanos — nem, além do mais, porque Deus seja sempre negligente em Seus deveres. Você não consegue abrir mão de suas concepções porque é muito escasso de obediência e porque não tem a mínima semelhança com uma criatura de Deus, e não porque Deus esteja dificultando as coisas para você. Quem provocou tudo isso foi você, e não tem a menor relação com Deus; todo sofrimento e infortúnio é causado pelo homem. As intenções de Deus são sempre boas: Ele não deseja fazer com que você produza concepções, mas sim que você mude e se renove com o transcurso das eras. Ocorre que você não sabe a diferença entre alhos e bugalhos e vive analisando ou escrutinando. Não é que Deus esteja dificultando as coisas para você, mas que você não tem reverência por Ele e é desobediente demais. Uma criatura diminuta atreve-se a pegar uma parte insignificante do que Deus proporcionou e vira-a em sentido contrário para atacar Deus — isso não é desobediência do homem? É justo dizer que o homem é totalmente desqualificado para expressar suas opiniões diante de Deus e ainda menos qualificado para vir com qualquer máxima inútil, fétida, podre que lhe ocorrer — para não falar daquelas concepções bolorentas. Não são elas ainda mais inúteis? 

Quem realmente serve a Deus é alguém que é segundo o Seu coração e apto a ser usado por Ele, e capaz de abrir mão de suas concepções religiosas. Se você quer comer e beber as palavras de Deus para ser frutífero, deve desistir das suas concepções religiosas. Se você deseja servir a Deus, então é ainda mais necessário que desista primeiro das concepções religiosas e obedeça às Suas palavras em tudo o que faz. Isso é o que alguém que serve a Deus deve possuir. Se não tiver esse conhecimento, assim que servir você causará interrupções e perturbações, e se teimar em sustentar suas concepções, inevitavelmente será derrubado por Deus para nunca mais se levantar. Vejamos o presente, por exemplo. Muitas declarações e obra de hoje é incompatível com a Bíblia e com a obra feita anteriormente por Deus, e se você não quiser obedecer, então poderá cair a qualquer momento. Caso deseje servir segundo a vontade de Deus, primeiro você deve abrir mão das concepções religiosas e corrigir suas ideias. Muito do que é dito no futuro será incompatível com o que foi dito no passado, se você não tiver vontade de obedecer, não será capaz de trilhar a senda que tem pela frente. Se um dos métodos de Deus operar criou raízes dentro de você e você não se desfizer dele, então esse método se tornará sua concepção religiosa. Se o que Deus é criou raízes dentro de você, você ganhou a verdade; se as palavras e a verdade de Deus conseguirem transformar-se em sua vida, você não mais terá concepções sobre Ele. Aqueles que possuem autêntico conhecimento de Deus não terão concepções nem obedecerão a doutrinas.

Fonte:Relâmpago do Oriente


3/28/2019

Como a Igreja de Deus Todo-Poderoso surgiu?






Como a Igreja de Deus Todo-Poderoso surgiu?


 Assim como as igrejas do cristianismo, a Igreja de Deus Todo-Poderoso surgiu por causa da obra de Deus se tornando carne. As igrejas do cristianismo surgiram por causa da aparição e obra do Senhor Jesus se fazendo carne, e a Igreja de Deus Todo-Poderoso surgiu por causa da aparição e obra de Deus Todo Poderoso encarnado dos últimos dias. Assim, ao longo do tempo, igrejas surgiram por causa da aparição e obra de Deus se tornando carne. A obra de cada etapa da encarnação de Deus expressa muitas verdades, e muitas pessoas aceitam e seguem a Deus por causa dessas verdades expressas por Ele, dando origem às igrejas. A partir disso, pode-se ver que as igrejas são formadas por aqueles que aceitam a obra de Deus e O seguem. A aglomeração dos escolhidos de Deus é chamada de igrejas. As igrejas do cristianismo surgiram pela aparição e obra do Senhor Jesus encarnado há dois mil anos. O Senhor Jesus pregou: “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus” (Mateus 4:17), e realizou a obra de redenção e expressou as verdades que as pessoas da Era da Graça deveriam colocar em prática e seguir, e, por isso, muitas delas começaram a crer e seguir ao Senhor, e, assim, as igrejas daquela era surgiram. Depois, o evangelho do Senhor Jesus se espalhou por todos os países e territórios, até os últimos dias em que se espalhou até os confins da Terra. Estas foram as igrejas da Era da Graça. Durante as etapas finais dos últimos dias, Deus Todo-poderoso encarnado se manifesta e opera na China. Após a fundação da obra de redenção do Senhor Jesus durante a Era da Graça, Deus Todo-Poderoso realiza a obra de “comece o julgamento pela casa de Deus” (1 Pedro 4:17), profetizado na Bíblia. Para a humanidade, Deus Todo-Poderoso revela todos os mistérios do Seu plano de gestão de seis mil anos e expressa todas as verdades para a purificação e salvação da humanidade. Por causa da aparição e obra de Deus Todo-Poderoso dos últimos dias, muitas pessoas de várias denominações do mundo religioso que criam no Senhor por muitos anos finalmente ouviram a voz de Deus e viram que o Senhor Jesus chegou e realizou a obra de julgamento dos últimos dias. Elas verificaram que Deus Todo-Poderoso é o retorno do Senhor Jesus, e, por isso, aceitaram a obra de Deus Todo-Poderoso dos últimos dias. Na China, vários milhões de pessoas (dezenas de milhões de acordo com as estatísticas do Governo Comunista Chinês) aceitaram e agora seguem Deus Todo-Poderoso. Assim, a Igreja de Deus Todo-Poderoso é o resultado da aparição e obra de Deus Todo-Poderoso. Foi estabelecido pessoalmente por Deus Todo-Poderoso e não por qualquer pessoa. Todos os cristãos na Igreja de Deus Todo-Poderoso reconhecem que Deus Todo-Poderoso é o retorno do Senhor Jesus, o Cristo dos últimos dias e a aparição de Deus. Os cristãos da Igreja de Deus Todo-Poderoso oram ao nome de Deus Todo-Poderoso. O que eles leem, escutam e partilham são as palavras de Deus Todo-Poderoso, e o que sustentam são todas as verdades expressas por Ele. Essas verdades são o caminho da vida eterna trazido por Deus durante os últimos dias. Em Sua obra, o Deus encarnado dos últimos dias também nomeou e testemunhou pessoalmente ao homem usado por Deus, para que ele pudesse cooperar na Sua obra – assim como quando o Senhor Jesus operava, escolheu e nomeou pessoalmente os doze apóstolos. As pessoas que são usadas por Deus, porém, cooperam na obra de Deus e não podem operar no lugar Dele. As igrejas não foram estabelecidas por elas e os escolhidos por Deus não são os que são usadas por Ele. As igrejas da Era da Graça não foram estabelecidas por Paulo e outros apóstolos, mas criadas pela obra do Senhor Jesus e foram estabelecidas pessoalmente por Ele. Da mesma forma, a Igreja de Deus Todo-Poderoso dos últimos dias também não foi criada pelo homem usado por Deus, mas nasceu da obra de Deus Todo-Poderoso. Foi estabelecida pessoalmente por Deus Todo-Poderoso e é pastoreada por Ele mesmo; o homem usado por Deus apenas rega, provê e guia as igrejas, cumprindo o dever do homem. Embora os escolhidos de Deus sejam guiados, regados e providos pelo homem usado por Deus, Aquele a quem eles creem e seguem é Deus Todo-Poderoso – o qual é um fato que ninguém pode negar. A maioria das pessoas na Igreja de Deus Todo-Poderoso é de diferentes denominações que creram no Senhor por muitos anos. Todas entendem a Bíblia, e nestas várias denominações elas testemunham que o Senhor Jesus retornou, que Ele é Deus Todo-Poderoso e realizou a obra de julgamento dos últimos dias. Por verem que as palavras de Deus Todo-Poderoso são a verdade e a voz de Deus, muitas pessoas aceitam Deus Todo-Poderoso. É o primeiro grupo de pessoas reunido diante de Deus. A Igreja de Deus Todo-Poderoso nasceu de pessoas do cristianismo, catolicismo e outras religiões e denominações que aceitaram o nome de Deus Todo-Poderoso. Atualmente, a maioria das pessoas de várias denominações começou a investigar a obra de Deus Todo-Poderoso dos últimos dias, cumprindo a profecia bíblica que diz que “concorrerão a ele todas as nações” (Isaías 2:2)

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3/27/2019

Como podemos, de fato, distinguir o verdadeiro Cristo dos falsos cristos?





52. Vocês disseram que Deus veio, mas nós não ousamos acreditar nisso porque a Bíblia diz: “Se, pois, alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! ou: Ei-lo aí! não acrediteis; porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos” (Mateus 24:23-24). Como podemos, de fato, distinguir o verdadeiro Cristo dos falsos cristos?


A resposta da palavra de Deus:


 Para estudar tal coisa não é difícil, mas requer que cada um de nós conheçamos esta verdade: Ele que é o Deus encarnado deve manter a substância divina, e Ele que é o Deus encarnado deve manter a expressão de Deus. Desde que Deus Se tornar carne, Ele levará adiante a obra que tem que fazer, e desde que Se torna carne, Ele expressará o que Ele é, e será capaz de trazer a verdade ao homem, conceder vida ao homem e mostrar à humanidade o caminho. Carne que não contenha a substância de Deus, certamente não é o Deus encarnado; disto não há dúvida. Para investigar se é o Deus encarnado, o homem deve determinar isto a partir do caráter que Ele expressa e as palavras que Ele fala. O que quer dizer, se é ou não o Deus encarnado, se é ou não o verdadeiro caminho, deve ser julgado pela substância. E assim, ao determinar[a] se é a carne do Deus encarnado, a chave é prestar atenção à Sua substância (Sua obra, Suas palavras, Seu caráter e muito mais), em vez de na aparência exterior. Se o homem olha apenas Sua aparência exterior, e ignora a Sua substância, então isto mostra a ignorância e a ingenuidade do homem. Aparência exterior não determina substância, e mais, a obra de Deus nunca foi de acordo com as concepções humanas. A aparência exterior de Jesus não estava em conflito com as concepções dos homens? Sua aparência e suas roupas não eram capazes de fornecer alguma dica de Sua verdadeira identidade? Não foi por isto que os primeiros Fariseus se opuseram a Jesus porque eles olharam simplesmente Sua aparência externa, e não guardaram no coração as palavras que Ele falava? É Minha esperança que irmãos e irmãs que buscam a aparência de Deus não repitam a tragédia da história. Vocês não devem se tornar os Fariseus dos tempos modernos nem pregar Deus na cruz novamente. Vocês deveriam considerar cuidadosamente como receber o retorno de Deus, e devem ter uma mente clara de como ser alguém que se submete à verdade. Esta é a responsabilidade de todos que estão esperando pelo retorno de Jesus sobre as nuvens. Devemos limpar nossos olhos espirituais, e não cair na armadilha das palavras cheias de ideias irrealistas ou fantásticas. Devemos pensar na obra prática de Deus, e dar uma olhada no lado real de Deus. Não sejam levados nem se percam em sonhos, sempre olhando esperando o dia em que o Senhor Jesus descerá subitamente entre vocês sobre uma nuvem e levá-los, aqueles que nunca conheceram ou jamais O viram, e não sabem como fazer a Sua vontade. É melhor pensar em questões práticas.


                                                            de ‘Prefácio’ em “A Palavra manifesta em carne”


 Deus tornado carne é chamado de Cristo, logo, o Cristo capaz de dar a verdade às pessoas é chamado de Deus. Não há exagero nenhum nisso, uma vez que Ele possui a substância de Deus e possui o caráter de Deus, e sabedoria em Sua obra, que são inatingíveis pelo homem. São impostores aqueles que se dizem Cristo, mas não podem fazer a obra de Deus. Cristo não é simplesmente a manifestação de Deus na terra, mas sim a carne específica assumida por Deus enquanto Ele realiza e conclui Sua obra entre os homens. Essa carne não é do tipo que pode ser substituída por qualquer homem, mas que é capaz de arcar adequadamente com obra de Deus na terra, de expressar o caráter de Deus, de bem representar Deus e de fornecer vida ao homem. Cedo ou tarde, todos esses falsos Cristos cairão porque, embora afirmem ser Cristo, nada possuem da substância de Cristo. E por isso Eu digo que o homem não pode definir a autenticidade de Cristo, mas o Próprio Deus resolve e decide quanto a ela. 




de ‘Só o Cristo dos últimos dias pode dar ao homem o caminho de vida eterna’ em “A Palavra manifesta em carne

Há aqueles que estão possuídos por maus espíritos e insistentemente clamam: “Eu sou Deus!”. Mas, no fim, não podem continuar firmes, porque agem da parte do ser errado. Eles representam Satanás e o Espírito Santo não lhes presta atenção. Por mais alto que você se exalte ou por mais forte que você grite, você ainda é um ser criado que pertence a Satanás. Eu nunca grito: “Eu sou Deus, Eu sou o amado Filho de Deus!”. Mas a obra que Eu realizo é a obra de Deus. Preciso gritar? Não há necessidade de exaltação. Deus faz a Sua obra Ele Mesmo e não necessita que o homem Lhe confira um status ou título honorífico, e Sua obra é suficiente para representar Sua identidade e status. […] Você não pode gerar novos caminhos ou representar o Espírito. Você não pode expressar a obra do Espírito ou as palavras que Ele profere. Você não pode fazer a obra do Próprio Deus ou a do Espírito. Você não pode expressar a sabedoria, a maravilha e a insondabilidade de Deus ou todo o caráter pelo qual Deus castiga o homem. Portanto, não importam as suas alegações de ser Deus; você tem apenas o nome, mas nada da substância. O Próprio Deus veio, mas ninguém O reconheceu, mesmo assim Ele continua em Sua obra e a faz representando o Espírito. Se você O chama de homem, Deus, o Senhor ou Cristo, ou O chama de irmã, está tudo bem. Mas a obra que Ele faz é a do Espírito e representa a obra do Próprio Deus. Ele não Se importa com o nome pelo qual o homem O chama. Pode o nome determinar Sua obra? Independentemente do que você O chame, da perspectiva de Deus, Ele é o corpo encarnado do Espírito de Deus; Ele representa o Espírito e é aprovado por Ele. Você não pode abrir caminho para uma nova era nem determinar o fim da antiga, não pode introduzir uma nova era ou fazer uma nova obra. Portanto, você não pode ser chamado de Deus!


                                    de ‘O mistério da encarnação (1)’ em “A Palavra manifesta em carne”


 Se, durante o dia de hoje, surgir uma pessoa que seja capaz de mostrar sinais e maravilhas e expulsar demônios, curar os doentes e realizar muitos milagres e se essa pessoa afirmar que ela é Jesus que veio, então isso seria a fraude dos espíritos malignos e sua imitação de Jesus. Lembre-se disso! Deus não repete a mesma obra. A etapa da obra de Jesus já foi concluída e Deus nunca mais realizará aquele estágio da obra. A obra de Deus é irreconciliável com as concepções do homem; por exemplo, o Antigo Testamento predisse a vinda de um Messias, mas ocorreu que Jesus veio, então seria errado que outro Messias viesse novamente. Jesus já veio uma vez e seria errado que Jesus viesse novamente desta vez. Existe um nome para cada era e cada nome é caracterizado por essa era. Nas concepções do homem, Deus deve sempre mostrar sinais e maravilhas, deve sempre curar os doentes e expulsar os demônios e deve ser sempre como Jesus, mas desta vez Deus não é nada assim. Se, durante os últimos dias, Deus ainda mostrasse sinais e maravilhas, e ainda expulsasse demônios e curasse os doentes – se Ele fizesse exatamente o mesmo que Jesus – então Deus estaria repetindo a mesma obra e a obra de Jesus não teria significado ou valor. Assim, Deus realiza uma etapa de obra em cada era. Uma vez que cada etapa de Sua obra foi concluída, logo é imitada por espíritos malignos e, depois que Satanás começa a seguir os passos de Deus, Deus muda para um método diferente; uma vez que Deus completou uma etapa de Sua obra, ela é imitada por espíritos malignos. Vocês devem estar claros sobre essas coisas. Por que a obra de Deus hoje é diferente da obra de Jesus? Por que Deus hoje não mostra sinais e maravilhas, não expulsa demônios e não cura os doentes? Se a obra de Jesus fosse a mesma que a obra realizada durante a Era da Lei, poderia Ele ter representado o Deus da Era da Graça? Jesus poderia ter completado a obra de crucificação? Se, como na Era da Lei, Jesus tivesse entrado no templo e tivesse guardado o sábado, então Ele não teria sido perseguido por ninguém e teria sido abraçado por todos. Se fosse assim, Ele poderia ter sido crucificado? Ele poderia completar a obra de redenção? Qual seria o sentido se o Deus encarnado dos últimos dias mostrasse sinais e maravilhas, como Jesus? Somente se Deus realizar outra parte da Sua obra nos últimos dias, que represente parte do Seu plano de gestão, o homem poderá ganhar um conhecimento mais profundo de Deus e somente então o plano de gestão de Deus poderá ser completado.


                           de ‘Conhecer a obra de Deus hoje’ em “A Palavra manifesta em carne”

                        Assistir mais: A soberania de Deus


   


3/26/2019

Melhor música gospel "Louvor à nova vida no reino"



Melhor música gospel "Louvor à nova vida no reino" 



Vídeo relacionado: O povo de Deus de todas as nações expressa seus sentimentos como um só Ouvimos a voz de Deus e voltamos à Sua casa. Reunidos, comemos e bebemos as palavras de Deus, participamos do banquete. Damos adeus às nossas tristezas e embaraços, levamos uma vida nova. As palavras de Deus estão conosco todos os dias, nós nos deleitamos tanto nelas. Ao abrirmos nosso coração em comunhão sobre a verdade, nosso coração é tão clareado. Contemplamos, ponderamos as palavras de Deus, o Espírito Santo nos ilumina. Ficamos livres de barreiras e preconceitos, vivemos no amor de Deus. Entendemos a verdade e somos libertos, nosso coração é doce como o mel. Amamos uns aos outros, não há distância entre nós. Entendemos o coração de Deus, não somos mais negativos. Ao vivermos pelas palavras de Deus, vemos Sua beleza. Trilhamos a senda da luz na vida, tudo isso é orientação de Deus. Cantamos bem alto nossos louvores a Deus, dançamos sem parar. Louvamos nossa nova vida no reino, nosso coração é verdadeiramente feliz. Foi Deus quem nos salvou, nós nos tornamos o povo de Deus. Ser elevado diante do trono de Deus é uma alegria sem igual. As palavras de Deus são tão preciosas, são a completa verdade. Ao aceitarmos o julgamento das palavras de Deus, nossa corrupção é totalmente exposta. Com um caráter arrogante, falta-nos mesmo a razão. As palavras de Deus nos podam e lidam conosco, e passamos a nos conhecer. Refletimos e compreendemos a nós mesmos, nos arrependemos de verdade. Por meio do julgamento e castigo, nossa corrupção é purificada. Nós nos livramos do nosso caráter corrupto, viramos novos homens. Podemos cumprir nossos deveres de modo adequado para retribuir o amor de Deus. Cada um de nós faz sua parte, somos devotados a Deus. Permanecemos firmes em testemunho para cumprir a vontade de Deus. Cada um de nós emite nossa própria luz, nossa própria centelha, proclamando e testemunhando Deus. O amor puro e honesto a Deus é doce e feliz. Cantamos bem alto nossos louvores a Deus, dançamos sem parar. Louvamos nossa nova vida no reino, nosso coração é verdadeiramente feliz. Foi Deus quem nos salvou, nós nos tornamos o povo de Deus. Ser elevado diante do trono de Deus é uma alegria sem igual. Damos as mãos e unimos os corações para testificar a Deus. Espalhamos o evangelho do reino, sem nunca temer dificuldades nem fadiga. Nas tribulações e provações, oramos e confiamos em Deus. O caminho é duro e áspero, mas Deus abre uma senda. Aos entendermos a verdade de Suas palavras, nosso coração ganha força. Suas palavras nos encorajam, seguimos sempre adiante. Lado a lado, de mãos dadas, damos testemunho de Deus, nos entregamos a Ele de corpo e mente. Seja qual for o tamanho do nosso sofrimento, estamos mais que dispostos. Com a orientação das palavras de Deus, triunfamos sobre Satanás. Amamos a Deus de verdade, nunca nos arrependeremos disso. Renunciamos completamente ao grande dragão vermelho, somos soldados vitoriosos. Damos testemunho na nossa senda de amor a Deus, nunca iremos recuar. Cantamos bem alto nossos louvores a Deus, dançamos sem parar. Louvamos nossa nova vida no reino, nosso coração é verdadeiramente feliz. Foi Deus quem nos salvou, nós nos tornamos o povo de Deus. Ser elevado diante do trono de Deus é uma alegria sem igual. Cantamos bem alto nossos louvores a Deus, dançamos sem parar. Louvamos nossa nova vida no reino, nosso coração é verdadeiramente feliz. Foi Deus quem nos salvou, nós nos tornamos o povo de Deus. Ser elevado diante do trono de Deus é uma alegria sem igual. de Seguir o Cordeiro e cantar cânticos novos

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Você conhece o significado verdadeiro da Páscoa?


Você conhece o significado verdadeiro da Páscoa? 


 Por Hanxiao

 O que é a Páscoa? As origens da Páscoa

 A Páscoa, ou o Domingo da Ressurreição, como também é chamada, é um feriado que celebra a ressurreição do Senhor Jesus que ocorreu três dias após Sua crucificação. Seu tempo exato coincide com o primeiro domingo após a primeira lua cheia depois do equinócio vernal de cada ano. A fim de comemorar a ressurreição de Jesus e lembrar a salvação e a esperança que Jesus trouxe para a humanidade, todos os anos, entre março e abril, os cristãos no mundo inteiro fazem celebrações no dia da Páscoa. Assim, quando nós cristãos comemoramos a ressurreição de Jesus, nós sabemos por que ele retornou dos mortos e apareceu ao homem apesar de já ter terminado Sua obra de redenção? E qual é o significado por trás de Sua ressurreição e aparição ao homem?


 O significado da ressurreição do Senhor Jesus e de Sua aparição ao homem



As palavras de Deus dizem: “A primeira coisa que o Senhor Jesus fez depois da ressurreição foi permitir que todos O vissem, para confirmar que Ele existia e confirmar o fato da Sua ressurreição. Além disso, isso restaurou Seu relacionamento com as pessoas tal como era antes, quando Ele operava na carne, e Ele era o Cristo que elas podiam ver e tocar. Dessa forma, um dos resultados é que as pessoas não tinham dúvidas de que o Senhor Jesus havia ressuscitado da morte depois de ter sido pregado na cruz, e não havia dúvida alguma na obra do Senhor Jesus para redimir a humanidade. E outro resultado é que o fato de o Senhor Jesus aparecer para as pessoas após a ressurreição e permitir que elas O vissem e O tocassem fixaram solidamente a humanidade na Era da Graça. A partir de então, as pessoas não puderam voltar à era anterior, a Era da Lei, devido ao ‘desaparecimento’ ou ‘deserção’ do Senhor Jesus, mas continuariam avançando, seguindo os ensinamentos do Senhor Jesus e a obra que Ele havia realizado. Assim, uma nova fase na obra da Era da Graça foi formalmente iniciada, e as pessoas que antes estavam sob a lei saíram formalmente da lei a partir de então e entraram em uma nova era, com um novo começo. São esses os múltiplos significados do aparecimento do Senhor Jesus para a humanidade após a Sua ressurreição” (de “A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus III”). “Depois que o Senhor Jesus ressuscitou, Ele apareceu às pessoas que julgou necessário, falou com elas e fez exigências delas, deixando para trás as Suas intenções e Suas expectativas em relação às pessoas. Isto é, como Deus encarnado, quer tenha sido durante o Seu tempo vivendo na carne, ou no corpo espiritual depois de ter sido pregado na cruz e ressuscitado – a Sua preocupação com a humanidade e suas exigências em relação às pessoas não mudaram. Ele estava preocupado com esses discípulos antes de subir à cruz; em Seu coração, Ele tinha clareza sobre o estado de cada pessoa, Ele compreendia as deficiências de cada pessoa e, é claro, a Sua compreensão de cada pessoa era a mesma depois que Ele morreu, ressuscitou e Se tornou um corpo espiritual, tal como era quando Ele vivia na carne. Ele sabia que as pessoas não estavam inteiramente certas de Sua identidade como Cristo, mas, durante Seu tempo vivendo na carne, Ele não fez exigências estritas às pessoas. No entanto, depois que Ele ressuscitou, Ele apareceu a elas, e as deixou absolutamente certas de que o Senhor Jesus havia vindo de Deus, de que Ele era Deus encarnado, e Ele usou o fato da Sua aparição e Sua ressurreição como a maior visão e motivação para os esforços da humanidade ao longo de toda a vida. Sua ressurreição da morte não apenas fortaleceu todos aqueles que O seguiam, mas também colocou Sua obra da Era da Graça plenamente em vigor em meio à humanidade, e assim o evangelho da salvação do Senhor Jesus na Era da Graça se difundiu gradualmente por todos os cantos da humanidade. Você diria que a aparição do Senhor Jesus após a ressurreição teve alguma importância? […] Sua aparição permitiu que as pessoas experimentassem e sentissem de outra maneira o cuidado de Deus, enquanto também era uma prova poderosa de que Deus é Aquele que inicia uma era, que desenvolve uma era, e Aquele que encerra uma era. Através da Sua aparição Ele fortaleceu a fé de todas as pessoas, e através da Sua aparição Ele provou ao mundo o fato de que Ele é o Próprio Deus. Isso deu a Seus seguidores uma confirmação eterna e, por meio da Sua aparição, Ele também abriu uma fase da Sua obra na nova era” (de “A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus III”).

3/24/2019

Música cristã "Os feitos de Deus preenchem a vasta extensão do universo"



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Os feitos de Deus preenchem a vasta extensão do universo Deus olha do alto para todas as coisas, e do alto domina todas as coisas. Ao mesmo tempo, Deus envia Sua salvação sobre a terra. Deus está assistindo do Seu lugar secreto o tempo todo, cada movimento do homem, tudo o que ele diz e faz. Deus conhece o homem como a palma da Sua mão. O lugar secreto é a morada de Deus, o firmamento é onde Ele repousa. A força de Satanás não pode alcançar a Deus, pois Ele é cheio de majestade, justiça e juízo. Deus pisou todas as coisas com Seus pés, Ele estende o olhar sobre o universo, e Ele andou entre os homens, provou doçura e amargura, todos os sabores do mundo humano, mas os homens nunca reconheceram verdadeiramente a Deus nem O notaram quando andou na terra. Porque Deus ficou em silêncio e não mostrou feitos sobrenaturais, assim, ninguém nunca O viu verdadeiramente. As coisas não são mais como eram antes: Deus fará coisas que, ao longo dos tempos, o mundo nunca viu, Deus dirá palavras que ao longo dos tempos, os homens nunca ouviram, porque Ele quer que toda a humanidade a conheça o Deus encarnado, porque Ele quer que toda a humanidade a conheça o Deus encarnado. de A Palavra manifesta em carne


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Fonte:Igreja de Deus Todo-Poderoso





3/23/2019

Palavra de Deus "A substância de Cristo é obediência à vontade do Pai Celestial"


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Deus Todo-Poderoso diz: "O Deus encarnado é chamado de Cristo e Cristo é a carne vestida pelo Espírito de Deus. Essa carne é diferente de qualquer homem que é da carne. Essa diferença existe porque Cristo não é de carne e sangue, mas é a encarnação do Espírito. Ele tem tanto uma humanidade normal como uma divindade completa. Sua divindade não é possuída por nenhum homem. Sua humanidade normal sustenta todas as Suas atividades normais na carne, enquanto Sua divindade realiza a obra do Próprio Deus. Seja Sua humanidade ou divindade, ambas se submetem à vontade do Pai celestial. A substância de Cristo é o Espírito, isto é, a divindade. Portanto, Sua substância é a do Próprio Deus, essa substância não interromperá Sua própria obra e Ele não poderia fazer qualquer coisa que destrua Sua própria obra, nem jamais pronunciaria palavras que fossem contra Sua própria vontade. Portanto, o Deus encarnado absolutamente nunca realizaria nenhuma obra que interrompesse o Seu próprio gerenciamento. Isso é o que cada homem deve entender." Extraído de “A Palavra manifesta em carne”

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3/21/2019

A voz de Deus "O Próprio Deus, o Único X Deus é a fonte da vida para todas as coisas (IV)" Parte 4

A voz de Deus "O Próprio Deus, o Único X Deus é a fonte da vida para todas as coisas (IV)" Parte 4 


As palavras de Deus mencionadas neste vídeo são extraídas do livro "A Palavra manifesta em carne". O conteúdo deste vídeo: 2. Exigências de Deus à humanidade 1) A identidade e o status do Próprio Deus 2) As várias atitudes da humanidade em relação a Deus 3) A atitude que Deus exige da humanidade para com Ele

 Relâmpago do Oriente, Igreja de Deus Todo-Poderoso foi criada por causa da aparição e da obra de Deus Todo-Poderoso, a segunda vinda do Senhor Jesus, Cristo dos últimos dias. Ela é constituída por todos aqueles que aceitam a obra de Deus Todo-Poderoso nos últimos dias e que são conquistados e salvos por Suas palavras. Foi totalmente fundada pelo próprio Deus Todo-Poderoso e é liderada por Ele, como seu Pastor. Ela definitivamente não foi criada por uma pessoa. Cristo é a verdade, o caminho e a vida. As ovelhas de Deus ouvem a voz de Deus. À medida em que for lendo as palavras de Deus Todo-Poderoso, você presenciará a aparição de Deus.

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3/20/2019

O sucesso ou o fracasso dependem da senda que o homem percorre


                                                           
                                                                      Fonte da imagem: Igreja de Deus Todo-Poderoso

                        

O sucesso ou o fracasso dependem da senda que o homem percorre


 A maioria das pessoas crê em Deus por causa de seu destino futuro ou para contentamento temporário. Para aquelas que não foram submetidas a nenhum tratamento, o propósito de sua crença em Deus é entrar no céu, a fim de ganhar recompensas. Não é no intuito de serem aperfeiçoadas nem de cumprirem o dever de criatura de Deus. Isso equivale a dizer que a maioria das pessoas não crê em Deus para cumprir sua responsabilidade nem para concluir o seu dever. Raras vezes as pessoas creem em Deus a fim de levar uma vida significativa, e também não há quem acredite que, uma vez que está vivo, o homem deve amar a Deus porque é lei do Céu e princípio da terra que ele o faça, além de ser a vocação natural do homem. Assim, embora diferentes pessoas busquem suas próprias metas, o propósito da busca e a motivação por trás dela são todos similares e, ademais, para a maioria delas os objetos de adoração são quase os mesmos. Ao longo dos vários últimos milênios, muitos crentes morreram e muitos morreram e nasceram de novo. Não são apenas uma ou duas pessoas que vão procuram de Deus, nem mesmo mil ou duas mil, mas a busca da maioria dessas pessoas visa às suas próprias perspectivas ou às suas gloriosas esperanças para o futuro. Aquelas devotadas a Cristo são poucas e raras. Muitos crentes devotados ainda morreram presos às suas próprias redes e o número de pessoas que tiveram sucesso, além disso, é insignificante. Até hoje, as razões pelas quais as pessoas fracassam nem os segredos do sucesso das pessoas são ainda conhecidos por elas. Aquelas obcecadas pela busca de Cristo ainda não tiveram seu momento de súbita percepção, ainda não foram ao fundo destes mistérios, porque simplesmente não sabem. Apesar de seus diligentes esforços em sua busca, a senda que elas percorrem é a senda do fracasso uma vez percorrida por seus antecessores, não é uma senda de sucesso. Assim, independentemente de como buscam, não percorrem elas a senda que leva às trevas? O que elas ganham não é um fruto amargo? Já é difícil o suficiente prever se as pessoas que imitam quem foi bem-sucedido em tempos passados acabarão em boa sorte ou calamidade. Quão piores não serão as chances, então, das pessoas que buscam ao seguirem os passos daquelas malsucedidas? Não têm elas ainda maior probabilidade de fracassar? Que valor há na senda que elas percorrem? Não estão perdendo seu tempo? Quer elas tenham sucesso, quer fracassem em sua busca, há, em suma, uma razão por que elas o fazem, e não é verdade que seu êxito ou fracasso é determinado por buscarem como bem querem.

 A exigência mais fundamental da crença do homem em Deus é que ele tenha um coração sincero, e que se devotar por inteiro e obedeça fielmente. O mais difícil para o homem é oferecer sua vida toda em troca da autêntica crença, por meio da qual ele pode ganhar a verdade toda e cumprir o seu dever como criatura de Deus. Isso é o que é inatingível para quem fracassa e ainda mais inatingível para quem não consegue encontrar Cristo. Porque o homem não é bom em devotar-se integralmente a Deus, porque o homem não está disposto a cumprir o seu dever para com o Criador, porque o homem viu a verdade, mas a evita e segue pela sua própria senda, porque o homem sempre busca seguindo a senda daqueles que fracassaram, porque o homem sempre desafia o Céu, portanto, o homem sempre fracassa, sempre é ludibriado pelas trapaças de Satanás e é enredado em sua própria rede. Porque o homem não conhece Cristo, porque o homem não é hábil para compreender e experimentar a verdade, porque o homem venera demais a Paulo e cobiça demais o céu, porque o homem está sempre exigindo que Cristo o obedeça e dando ordens a respeito de Deus, então essas grandes figuras e as pessoas que experimentaram as vicissitudes do mundo ainda são mortais, ainda morrem em meio ao castigo de Deus. Tudo o que posso dizer de tais pessoas, é que elas morrem uma morte trágica e que a consequência para elas – a morte – não é injustificada. O fracasso delas não é até mais intolerável para a lei do Céu? A verdade vem do mundo do homem, mas a verdade entre os homens é transmitida por Cristo. Ela origina-se em Cristo, isto é, no Próprio Deus, e é inatingível ao homem. No entanto, Cristo somente provê a verdade – Ele não vem para decidir se o homem terá sucesso em sua busca da verdade. Sendo assim, segue-se que o sucesso ou o fracasso quanto à verdade é atribuível apenas à busca do homem. O sucesso ou o fracasso do homem quanto à verdade nunca teve nada a ver com Cristo, pois é, em vez disso, determinado por sua busca. O destino do homem e seu sucesso ou fracasso não podem ser atribuídos à cabeça de Deus, de forma que o Próprio Deus seja forçado a arcar com ele, porque essa questão não compete ao Próprio Deus, mas está diretamente relacionada com o dever que as criaturas de Deus devem cumprir. A maioria das pessoas tem um pouco de conhecimento sobre a busca e o destino de Paulo e Pedro, mas elas nada sabem além do resultado que eles tiveram e desconhecem o segredo por trás do sucesso de Pedro ou as deficiências que levaram ao fracasso de Paulo. Portanto, se vocês são totalmente incapazes de enxergar através da essência da busca deles, a busca da maioria de vocês ainda fracassará e, mesmo se uns poucos de vocês forem bem-sucedidos, ainda assim não serão iguais a Pedro. Se a senda de sua busca for a correta, então você tem uma esperança de sucesso; se a senda que trilha em busca da verdade for a errada, você será para sempre incapaz de sucesso e terá o mesmo fim que Paulo.




Pedro foi um homem tornado perfeito. Somente depois de experimentar castigo e julgamento, e então ganhar um amor puro a Deus, é que ele foi tornado plenamente perfeito; a senda que ele percorreu foi a senda para se tornar perfeito. Isto é, desde o começo, a senda que Pedro trilhou era a certa, e sua motivação para crer em Deus foi a correta, e assim ele se tornou alguém que foi tornado perfeito e ele percorreu uma nova senda que o homem nunca havia trilhado antes. Entretanto, a senda percorrida por Paulo desde o início foi a senda de oposição a Cristo, e foi só porque o Espírito Santo quis usá-lo e aproveitar seus dons e todos os seus méritos para a Sua obra, que ele trabalhou para Cristo durante várias décadas. Ele foi simplesmente alguém usado pelo Espírito Santo, e não foi usado porque Jesus olhasse para a sua humanidade favoravelmente, mas por causa de seus dons. Ele pôde trabalhar para Jesus porque foi derrubado, não porque ficasse contente em fazê-lo. Ele pôde fazer tal trabalho por causa da iluminação e da orientação do Espírito Santo, e o trabalho que ele fez de modo algum representa sua busca nem sua humanidade. O trabalho de Paulo representa o trabalho de um servo, isto é, ele fez o trabalho de um apóstolo. Pedro, no entanto, foi diferente. Ele também fez algum trabalho; embora não tão grande quanto o de Paulo, mas ele trabalhou em meio à busca de sua própria entrada e seu trabalho foi diferente do trabalho de Paulo. O trabalho de Pedro foi o cumprimento do dever de uma criatura de Deus. Ele não trabalhou no papel de apóstolo, mas no curso de sua busca de um amor a Deus. O curso do trabalho de Paulo também continha a sua busca pessoal: a sua busca era por causa de nada além de suas esperanças para o futuro e seu desejo de um bom destino. Ele não admitiu refinamento durante seu trabalho, como não admitiu poda nem tratamento. Ele acreditava que, desde que seu trabalho satisfizesse o desejo de Deus e tudo o que ele fizesse agradasse a Deus, no final haveria uma recompensa o aguardava. Não houve experiências pessoais no seu trabalho – tudo foi feito por causa do próprio trabalho, não realizado no contexto da busca de mudança. Tudo no trabalho dele foi uma transação, sem nada do dever ou da submissão de uma criatura de Deus. Não houve mudança alguma no antigo caráter de Paulo durante o decurso de seu trabalho. Seu trabalho foi meramente de serviço a outros, e era incapaz de provocar mudanças no caráter dele. Paulo realizou o seu trabalho diretamente, sem ter sido tratado nem tornado perfeito, e ele foi motivado por recompensa. Pedro foi diferente: ele era alguém que passara por poda, tratamento e refinamento. O propósito e a motivação do trabalho de Pedro eram essencialmente diferentes dos de Paulo. Embora Pedro não tenha feito um grande volume de trabalho, o seu caráter passou por muitas mudanças, e o que ele buscava era a verdade, bem como mudança real. Seu trabalho não foi realizado simplesmente por causa do trabalho em si. Paulo trabalhou muito, mas tudo foi obra do Espírito Santo e, ainda que tenha colaborado nessa obra, ele não a vivenciou. O fato de Pedro ter feito muito menos trabalho ocorreu só porque o Espírito Santo não operou tanto por meio dele. A quantidade de trabalho deles não determinou se foram tornados perfeitos; a busca de um deles foi a fim de receber recompensa, e a do outro foi para conquistar um máximo amor a Deus e cumprir o seu dever como criatura de Deus, na medida em que pôde viver uma amável imagem de modo a satisfazer o desejo de Deus. Eles eram externamente diferentes, assim como também eram diferentes demais em substância. Não se pode determinar qual deles foi tornado perfeito com base na quantidade de trabalho que fizeram. Pedro buscou viver a imagem de alguém que ama a Deus, ser alguém que obedecia a Deus, ser alguém que aceitava tratamento e poda, e ser alguém que cumpria seu dever como criatura de Deus. Foi capaz de devotar-se a Deus, pôr-se inteiramente nas mãos de Deus e obedecer-Lhe até a morte. Isso foi o que ele resolveu fazer e, ademais, foi o que ele conseguiu. Esta é a razão fundamental pela qual seu fim foi diferente do de Paulo. A obra feita pelo Espírito Santo em Pedro foi torná-lo perfeito e a obra do Espírito Santo em Paulo foi usá-lo. Isso porque as suas naturezas e visões quanto à busca não eram as mesmas. Ambos tiveram a obra do Espírito Santo. Pedro aplicou essa obra a si mesmo e também a proporcionou a outros; Paulo, por sua vez, só proporcionou a totalidade da obra do Espírito Santo a outros e ele mesmo não ganhou nada dela. Assim, depois de ter experimentado a obra do Espírito Santo por tantos anos, as mudanças em Paulo foram quase inexistentes. Ele ainda permanecia quase em seu estado natural, e ainda era o Paulo de antes. É simplesmente que, depois de suportar as dificuldades de muitos anos de trabalho, ele aprendera a trabalhar e aprendera a resistir, mas sua antiga natureza – a sua natureza altamente competitiva e mercenária – ainda permanecia. Depois de trabalhar durante tantos anos, ele não conhecia seu caráter corrompido, nem se livrara de seu antigo caráter, que ainda era claramente visível em seu trabalho. Havia nele apenas mais experiência de trabalho, mas essa pequena experiência somente foi incapaz de mudá-lo e não pôde alterar suas visões a respeito da existência ou do significado de sua busca. Paulo trabalhou muitos anos para Cristo e nunca voltou a perseguir o Senhor Jesus, mas não houve mudança alguma no conhecimento de Deus em seu coração. Isso significa que ele não trabalhou para devotar-se a Deus; em lugar disso, foi compelido a trabalhar por causa de seu destino futuro. Porque, no início, ele perseguia Cristo e não se submetia a Ele; era inerentemente um rebelde que se opunha a Cristo propositalmente e não tinha conhecimento algum da obra do Espírito Santo. Ao concluir seu trabalho, ele ainda não conhecia a obra do Espírito Santo e agia meramente por sua livre vontade e conforme a sua própria natureza, sem atentar minimamente para a vontade do Espírito Santo. E assim sua natureza estava em inimizade contra Cristo e não obedecia à verdade. Como seria possível salvar alguém assim, que havia sido abandonado pela obra do Espírito Santo, que não tinha conhecimento da obra do Espírito Santo e que também se opunha a Cristo? Que um homem possa ou não ser salvo não depende de quanto trabalho ele fizer nem de quanto ele se devotar, mas é, em vez disso, determinado por ele conhecer ou não a obra do Espírito Santo, por ser ou não capaz de pôr a verdade em prática e por ter visões com relação à busca que estejam em conformidade com a verdade.

 Embora tenham de fato ocorrido revelações naturais depois que Pedro começou a seguir Jesus, na natureza ele era, desde o princípio, alguém disposto a submeter-se ao Espírito Santo e a buscar a Cristo. Sua obediência ao Espírito Santo era pura – ele não procurava fama nem fortuna, mas era motivado pela obediência à verdade. Embora em três ocasiões Pedro tenha negado conhecer Cristo e embora tenha tentado o Senhor Jesus, tais ligeiras fraquezas humanas não tinham relação com sua natureza, não afetaram a sua futura busca nem são prova suficiente de que sua tentação foi um ato de anticristo. A fraqueza humana normal é algo que todas as pessoas do mundo compartilham – você espera que Pedro seja diferente? As pessoas não sustentam certas opiniões sobre Pedro porque ele cometeu vários erros tolos? E as pessoas não veneram tanto Paulo por causa de todo o trabalho que fez e de todas as epístolas que escreveu? Como poderia o homem ser capaz de enxergar através da essência do homem? É certo que aqueles que realmente têm razão possam ver algo de tamanha insignificância? Ainda que os muitos anos de experiências dolorosas de Pedro não estejam registrados na Bíblia, isso não prova que ele não teve experiências reais, nem que não foi tornado perfeito. Como pode o homem compreender totalmente a obra de Deus? Os registros incluídos na Bíblia não foram escolhidos pessoalmente por Jesus, mas compilados por gerações posteriores. Logo, tudo o que foi registrado na Bíblia não foi escolhido de acordo com as ideias do homem? De mais a mais, como o fim de Pedro e o de Paulo não consta expressamente das epístolas, o homem julga Pedro e Paulo segundo as suas próprias percepções e preferências. E por ter trabalhado tanto e feito “contribuições” tão grandes, Paulo ganhou a confiança das massas. O homem não se concentra só em superficialidades? Como poderia o homem ser capaz de enxergar através da essência do homem? Sem falar que, uma vez que Paulo tem sido objeto de veneração há milênios, quem se atreveria a negar impetuosamente o seu trabalho? Sendo Pedro apenas um pescador, como poderia ser a sua contribuição tão grande quanto a de Paulo? Com base na contribuição, Paulo deveria ter sido recompensado antes de Pedro e deveria ter sido o mais qualificado para ganhar a aprovação de Deus. Quem poderia imaginar que, em Seu lidar com Paulo, Deus simplesmente o fez trabalhar mediante seus dons, ao passo que tornou Pedro perfeito. De forma alguma é verdade que o Senhor Jesus fizera planos para Pedro e Paulo desde o princípio – aliás, eles foram tornados perfeitos ou postos para trabalhar de acordo com a natureza inerente deles. Logo, o que as pessoas veem são apenas as contribuições visíveis do homem, enquanto o que Deus vê é a essência do homem, bem como a senda que ele busca desde o início e a motivação por trás da sua busca. As pessoas avaliam um homem segundo as concepções e as percepções delas, embora o derradeiro final de um homem não seja determinado de acordo com seus fatores externos. E, portanto, Eu digo que se a senda que você toma desde o princípio é a senda do sucesso e seu ponto de vista em relação à busca é o correto desde o início, você é como Pedro; se a senda que você trilha é a senda do fracasso, seja qual for o preço que pague, seu fim ainda será igual ao de Paulo. Em qualquer caso, seu destino, e o seu sucesso ou fracasso, são determinados pelo fato de a senda que você escolhe ser a certa ou não, e não pela sua devoção nem pelo preço que paga. As essências de Pedro e Paulo e as metas que eles perseguiram eram diferentes; o homem é incapaz de descobrir essas coisas e só Deus pode conhecê-las inteiramente. Pois o que Deus vê é a essência do homem, ao passo que o homem nada sabe sobre sua própria substância. O homem é incapaz de enxergar a substância no interior do homem ou a sua real estatura, e assim é incapaz de identificar as razões do fracasso e do sucesso de Paulo e de Pedro. A razão pela qual a maioria das pessoas venera Paulo e não Pedro é que Paulo foi usado para o trabalho público, e o homem consegue perceber esse trabalho; então as pessoas reconhecem as “realizações” de Paulo. As experiências de Pedro, entretanto, são invisíveis para o homem, e o que Pedro buscou é inatingível pelo homem, logo o homem não tem interesse algum em Pedro.

 Pedro foi tornado perfeito por meio da experiência de tratamento e refinamento. Ele disse: “Devo satisfazer o desejo de Deus a todo momento. Em tudo o que faço, só procuro satisfazer o desejo de Deus e, quer eu seja castigado ou julgado, ainda fico feliz por fazê-lo”. Pedro deu tudo de si a Deus, e seu trabalho, suas palavras, sua vida inteira, foi tudo por amar a Deus. Ele foi alguém que buscou santidade e, quanto mais experimentava, maior era o amor por Deus no fundo de seu coração. Paulo, entretanto, fez um trabalho apenas externo e, ainda que também tenha trabalhado muito, sua labuta foi por uma questão de fazer seu trabalho corretamente e, assim, ganhar uma recompensa. Se soubesse que não receberia recompensa, ele teria desistido de seu trabalho. Aquilo com que Pedro se importava era o amor verdadeiro dentro de seu coração e aquilo que era prático e que podia ser alcançado. Não lhe importava se receberia ou não uma recompensa, mas se o seu caráter podia ser modificado. Paulo interessava-se em trabalhar sempre mais, interessava-se por trabalho externo e devoção, pelas doutrinas não experimentadas por pessoas comuns. Não se interessava nada por mudanças profundas em seu interior, nem por um verdadeiro amor a Deus. As experiências de Pedro foram para alcançar um amor e um conhecimento verdadeiros de Deus. Suas experiências eram para ganhar um relacionamento mais próximo com Deus e ter um viver prático. O trabalho de Paulo era por causa daquele que Jesus lhe confiara e visava obter as coisas que ele almejava, mas essas não tinham relação com seu conhecimento de si mesmo e de Deus. Seu trabalho era unicamente para escapar do castigo e do julgamento. O que Pedro buscava era amor puro, e o que Paulo buscava era a coroa da justiça. Pedro experimentou a obra do Espírito Santo por muitos anos e tinha conhecimento prático de Cristo, bem como profundo conhecimento de si mesmo. Logo, seu amor a Deus era puro. Muitos anos de refinamento haviam elevado o seu conhecimento de Jesus e da vida, e seu amor era um amor incondicional, um amor espontâneo, e ele não pedia nada em troca nem esperava benefício algum. Paulo trabalhou durante muitos anos, mas não possuiu um grande conhecimento de Cristo e seu conhecimento de si mesmo também era lamentavelmente pequeno. Ele simplesmente não tinha amor algum por Cristo e seu trabalho e o curso que seguiu foram para obter os louros finais. O que ele buscava era a coroa mais fina, não o amor mais puro. Ele não buscava ativamente, mas de forma passiva; não estava cumprindo o seu dever, mas foi compelido em sua busca depois de ser capturado pela obra do Espírito Santo. Logo, sua busca não prova que ele fosse uma criatura de Deus qualificada; Pedro sim, foi uma criatura de Deus qualificada que cumpria o seu dever. Os homens pensam que todos os que fazem uma contribuição para Deus devem ser recompensados e que, quanto maior a contribuição, maior a garantia de se receber o favor de Deus. A essência do ponto de vista do homem é transacional e ele não procura ativamente cumprir o seu dever como criatura de Deus. Para Deus, quanto mais as pessoas buscam um amor verdadeiro e a completa obediência a Deus, o que também implica procurar cumprir o seu dever como criaturas de Deus, mais elas são capazes de obter a aprovação de Deus. O ponto de vista de Deus é exigir que o homem recupere seu dever e sua condição originais. O homem é uma criatura de Deus, então não deve se exceder fazendo quaisquer exigências de Deus e não deve fazer nada além de cumprir o seu dever como criatura de Deus. Os destinos de Paulo e de Pedro foram mensurados de acordo com o fato de eles terem sido capazes ou não de cumprir o seu dever como criaturas de Deus, não segundo o tamanho de sua contribuição; os destinos deles foram determinados de acordo com o que eles buscaram desde o princípio, não de acordo com a quantidade de trabalho que fizeram nem com o apreço de outras pessoas por eles. Portanto, procurar cumprir ativamente o dever como criatura de Deus é a senda para o sucesso; buscar a senda de um verdadeiro amor a Deus é a senda mais correta; buscar mudanças no antigo caráter, bem como um amor puro a Deus é a senda para o sucesso. Tal senda para o sucesso é a senda da recuperação tanto do dever original quanto da aparência original de uma criatura de Deus. Ela é a senda da recuperação e também é o objetivo de toda a obra de Deus, do início ao fim. Se a busca do homem for maculada por exigências pessoais extravagantes e anseios irracionais, o efeito obtido não será de mudanças no caráter do homem. Isso contraria a obra de recuperação. Isso sem dúvida não é a obra feita pelo Espírito Santo, e assim prova que a busca desse tipo não é aprovada por Deus. Que significado tem uma busca que não é aprovada por Deus?




 O trabalho feito por Paulo foi exibido diante do homem, mas quão puro era seu amor por Deus e quanto amor ele tinha por Deus no fundo de seu coração – isso não é visível aos homens. O homem só consegue enxergar o trabalho que Paulo fez, a partir do qual o homem sabe que ele certamente foi usado pelo Espírito Santo, e então o homem pensa que Paulo era melhor que Pedro, que seu trabalho foi maior, pois ele foi capaz de prover às igrejas. Pedro só cuidou de suas experiências pessoais e ganhou apenas poucas pessoas no curso de seu trabalho esporádico. Dele há apenas algumas pouco conhecidas epístolas, mas quem sabe quão grande foi seu amor a Deus no fundo do coração? Paulo trabalhou para Deus dia após dia; desde que houvesse trabalho a fazer, ele o fazia. Ele sentia que assim poderia ganhar a coroa e satisfazer a Deus, mas não procurou meios de mudar a si mesmo através de seu trabalho. Pedro sentia-se incomodado com qualquer coisa em sua vida que não satisfizesse o desejo de Deus. Se algo não satisfazia o desejo de Deus, ele sentia-se arrependido e procurava uma maneira adequada pela qual pudesse se empenhar para satisfazer o coração de Deus. Mesmo nos menores e mais e inconsequentes aspectos de sua vida, ele ainda exigia de si mesmo a satisfação do desejo de Deus. E não era menos rigoroso no que dizia respeito ao seu antigo caráter, sempre rígido ao exigir de si mesmo progresso mais profundo na verdade. Paulo buscava só reputação superficial e status. Buscava exibir-se diante dos homens e não procurava fazer nenhum progresso mais profundo na entrada na vida. O que lhe interessava era a doutrina, não a realidade. Algumas pessoas dizem: “Paulo trabalhou tanto para Deus, por que não foi comemorado por Ele? Pedro realizou só um pouco de trabalho para Deus e não fez grande contribuição para as igrejas; então, por que ele foi tornado perfeito?” Pedro amou a Deus até certo ponto, que era exigido por Deus; somente pessoas assim têm testemunho. E quanto a Paulo? Você sabe em que medida Paulo amou a Deus? Para que foi o trabalho de Paulo? E para que foi o trabalho de Pedro? Pedro não fez muito trabalho, mas você sabe o que estava no fundo do coração dele? O trabalho de Paulo diz respeito à provisão e ao apoio às igrejas. O que Pedro experimentou foram mudanças em seu caráter de vida; ele experimentou um amor a Deus. Agora que você conhece a diferença de suas substâncias, pode ver quem, em última instância, acreditou verdadeiramente em Deus e quem não acreditou verdadeiramente em Deus. Um deles amou Deus autenticamente, o outro não amou Deus autenticamente; um passou por mudanças em seu caráter, o outro não; um serviu humildemente sem ser facilmente notado pelas pessoas, e o outro foi adorado pelo povo, e foi uma grande figura; um buscou santidade e o outro não e, embora não fosse impuro, não era dotado de amor puro; um era dotado de autêntica humanidade e o outro não; um era dotado da razão de uma criatura de Deus e o outro não. Eis as diferenças entre as substâncias de Pedro e de Paulo. A senda que Pedro trilhou é a do sucesso, que é também a senda de se alcançar a recuperação da humanidade normal e dever de uma criatura de Deus. Pedro representa todos os que são bem-sucedidos. A senda trilhada por Paulo é a do fracasso, e ele representa todos aqueles que só se submetem e se gastam superficialmente, sem amarem genuinamente a Deus. Paulo representa todos aqueles que não possuem a verdade. Na sua crença em Deus, Pedro procurou satisfazer Deus em tudo, e procurou obedecer a tudo o que viesse de Deus. Sem a mais ligeira queixa, ele pôde aceitar castigo e julgamento, bem como refinamento, tribulação e escassez em sua vida, e nada disso conseguiu mudar seu amor a Deus. Não é este o máximo amor a Deus? Não é este o cumprimento do dever de uma criatura de Deus? Quer no castigo, no julgamento ou na tribulação; você é sempre capaz de alcançar a obediência até a morte, e isso é o que uma criatura de Deus deve alcançar, esta é a pureza do amor a Deus. Se o homem pode conseguir tanto assim, ele é uma criatura de Deus qualificada, e não há nada que melhor satisfaça o desejo do Criador. Imagine que você seja capaz de trabalhar para Deus, mas não obedeça a Deus e não consiga amar a Deus autenticamente. Desse modo, você não só não terá cumprido o dever de uma criatura de Deus, como também será condenado por Deus porque é alguém que não possui a verdade, que é incapaz de obedecer a Deus e que é desobediente a Deus. Você só se interessa em trabalhar para Deus e não tem interesse em pôr a verdade em prática nem em conhecer-se. Você não compreende nem conhece o Criador, não obedece nem ama o Criador. Você é alguém inerentemente desobediente a Deus, e pessoas assim não são prezadas pelo Criador.