Deus Todo-Poderoso diz: “A obra de Deus dos últimos dias envolve julgar as pessoas, castigá-las, prová-las e refiná-las, a fim de mudar seu carácter corrupto. Ao mesmo tempo, as pessoas devem experimentar a obra de Deus para que possam compreender a verdade e conhecer a Deus. Quando o homem tiver conhecimento genuíno de Deus, terá alcançado os resultados reais de compreender a verdade e ter a Sua palavra como sua vida. Colocar a verdade em prática se constrói sobre a fundação de uma compreensão genuína da verdade. Somente uma compreensão genuína da essência das palavras de Deus e a compreensão do verdadeiro significado da verdade podem produzir a senda e o resultado de colocar a verdade em prática. Quando experimentamos a obra de Deus, Ele exige que busquemos a verdade e obtenhamos a verdade para que possamos usá-la para resolver problemas – somente os que têm essa realidade podem ser verdadeiramente salvos e aperfeiçoados. Há muitas pessoas que creem em Deus há vários anos, mas que não sabem o que significa colocar a verdade em prática, pois não a compreendem realmente. O grau em que alguém compreende a verdade é também o grau em que se pode colocá-la em prática. Aqueles que se apegam a regras e são restringidos por elas não compreendem a verdade porque compreendem apenas letras e doutrinas, e não a essência da verdade. Portanto, tudo o que podem fazer é obedecer a regras e observar formalidades. Há um problema universal nas igrejas: os crentes só são capazes de falar sobre letras e doutrinas, obedecer a regras ao fazer as coisas e são sempre restringidos por elas. Nas reuniões, eles se comunicam muito bem. No entanto, quando se trata de suas vidas são incapazes de colocar a verdade em prática, estando sempre restringidos por essa ou aquela regra. Não sabem o que fazer e não conseguem encontrar uma solução. São estrategistas de poltrona que, quando tentam aplicar suas teorias em situações da vida real, ficam confusos e desorientados. Portanto, não são capazes de satisfazer a Deus quando cumprem seus deveres. A origem desse problema é que não entendem genuinamente a verdade. Falam somente sobre cartas e doutrinas. Como podem guiar outras pessoas na realidade das palavras de Deus se falham em entrar na realidade da verdade? Em contraste, os que genuinamente entendem a verdade sabem que o verdadeiro significado de colocar a verdade em prática é cumprir as exigências que Deus faz ao homem. É viver a semelhança de um ser humano genuíno diante de Deus. Viver a verdade foi a única exigência que Deus fez ao homem quando Ele o criou. Além disso, eles sabem que obedecer a regras não cumprirá de forma alguma as exigências de Deus nem fará com que alcancem a semelhança que deveriam viver. Portanto, os que genuinamente compreendem a verdade não obedecem de maneira alguma a regras nem são restringidos por elas. Eles sentem que não faz nenhum sentido. Somente aqueles que gostam de falar sobre letras e doutrinas e não entendem genuinamente a verdade instruiriam as pessoas a obedecer a regras porque eles mesmos fazem assim, porque acreditam que obedecer a regras é colocar a verdade em prática e porque pensam que obedecer a regras é suficiente para cumprir as exigências de Deus. Todos aqueles que obedecem a regras ou são restritos por elas não compreendem assuntos espirituais e são incapazes de compreender a verdade. Independentemente de quão claramente os outros comuniquem a verdade, eles só compreendem doutrinas. Quando se trata de praticar, tudo o que fazem é obedecer a regras – para eles, obedecer a regras é praticar a verdade, e praticar a verdade não pode ser feito sem obedecer a regras. Essas pessoas são absurdas e não compreendem questões espirituais. Elas não compreendem de modo algum a essência da verdade.
A Igreja de Deus Todo-Poderoso surgiu em consequência do aparecimento e obra de Deus Todo-poderoso – Cristo dos últimos dias.
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2/12/2020
10/04/2019
Filme gospel 2019 "Batismo de fogo" Trecho 1
Filmes Evangélicos "Batismo de fogo" Trecho 1 - Trabalhar duro, desistir das coisas e se despender pelo Senhor é realmente obedecer a Deus?
O Senhor Jesus disse: "Nem todo o que Me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de Meu Pai, que está nos céus" (Mateus 7:21). Song Enze, o personagem principal, acredita que desistir das coisas, despender-se e trabalhar duro pelo Senhor significa obedecer a Deus e fazer a Sua vontade; ele acredita que, ao buscar dessa forma, ele certamente ganhará a aprovação de Deus e entrará no reino dos céus. No entanto, seus irmãos e irmãs expressam dúvidas em relação a isso – o que acontece se alguém se despende por fora, mas o faz com o objetivo de entrar no reino e ser abençoado? Isso não seria apenas realizar uma transação com Deus? Se alguém paga um preço, mas ele é adulterado por essas motivações, isso é obedecer a Deus? Você encontrará a resposta nesse trecho maravilhoso do filme Batismo de fogo.
Fonte: Igreja de Deus Todo-Poderoso
8/01/2019
Pergunta 2: Vocês testemunharam que o Senhor Jesus voltou para transmitir a verdade e fazer a obra de julgamento nos últimos dias. Por que eu não vi?...
Perguntas e respostas da Bíblia ,Pergunta 2: Vocês testemunharam que o Senhor Jesus voltou para transmitir a verdade e fazer a obra de julgamento nos últimos dias. Por que eu não vi? Acredito que o Senhor vai voltar nas nuvens. Acredito que quando o Senhor voltar, todos os que acreditam Nele, serão instantaneamente transformados e levados aos céus para um encontro com Ele. Assim como Paulo disse: “Mas a nossa pátria está nos céus, donde também aguardamos um Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o corpo da nossa humilhação, para ser conforme ao corpo da sua glória, segundo o seu eficaz poder de até sujeitar a si todas as coisas” (Filipenses 3:20-21). E vocês dizem que a volta do Senhor é vir em carne, aparecer como o Filho do homem e proferir a verdade para fazer a obra de julgamento nos últimos dias. Acho que é impossível! Já que Deus é onipotente, uma única palavra Dele criou os céus e a Terra e todas as coisas, e fez os mortos ressuscitarem. Deus pode nos tornar santos apenas com uma palavra. Por que Deus tem de se tornar carne para expressar a verdade e fazer a obra de julgamento e purificação do homem?
Resposta: A obra de Deus é sempre inexplicável. Ninguém pode explicar claramente as profecias de Deus. O homem só pode entender a profecia quando ela for cumprida. O que isso significa? Significa que ninguém pode compreender a sabedoria e a onipotência de Deus. Quando o Senhor Jesus apareceu para trabalhar na Era da Graça, ninguém entendeu. Quando Deus Todo-Poderoso realiza a obra de julgamento dos últimos dias na Era do Reino, ninguém consegue antecipar-se a ela. Portanto, a humanidade acha inconcebível que Deus se torne carne nos últimos dias para transmitir a verdade e fazer a obra de julgamento. Mas quando a obra de Deus acabar, a catástrofe vai chegar. Nessa hora, muitos sentirão que a palavra de Deus foi toda cumprida. Mas será muito tarde para se arrepender. Eles apenas lamentarão e rangerão os dentes em meio a catástrofe. Quanto a como Deus faz Sua obra de julgamento nos últimos dias para purificar e salvar o homem, como fazer um grupo de vencedores – as primícias, tudo se esclarecerá depois da leitura de algumas passagens da palavra de Deus Todo-Poderoso.
Deus Todo-Poderoso diz: “Vocês devem ver que a vontade e a obra de Deus não são tão simples quanto a criação dos céus e da terra e de todas as coisas. Pois a obra de hoje é transformar aqueles que foram corrompidos, que se tornaram extremamente entorpecidos, e purificar os que foram criados e depois trabalhados por Satanás, e não criar Adão ou Eva, muito menos fazer a luz ou produzir todas as espécies de plantas e animais. Sua obra agora é tornar puros todos os que foram corrompidos por Satanás para que possam ser ganhos novamente e transformados em Sua posse e transformados em Sua glória. Tal obra não é tão simples quanto o homem imagina que foram a criação dos céus e da terra e de todas as coisas, nem se assemelha à obra de amaldiçoar Satanás ao poço do abismo como o homem imagina. Ao contrário, trata-se de transformar o homem, de converter o que é negativo em positivo e de levar à Sua posse aquilo que não pertence a Deus. Essa é a história inerente a essa etapa da obra de Deus. Vocês devem compreendê-la e não simplificar demais as questões. A obra de Deus é diferente de qualquer obra corriqueira. Sua maravilha não pode ser concebida pela mente humana, assim como tal mente não consegue alcançar sua sabedoria. Deus não está criando todas as coisas, mas também não as está destruindo. Em vez disso, Ele está mudando toda a criação e purificando todas as coisas que foram pervertidas por Satanás. Então, Deus deverá começar a obra de grande magnitude e essa é a significação total da obra de Deus. A partir destas palavras, você acredita que a obra de Deus seja tão simples?” (de ‘A obra de Deus é tão simples quanto o homem imagina?’ em “A Palavra manifesta em carne”).
7/12/2019
Somente aquele que experimenta a obra de Deus verdadeiramente crê em Deus
A Palavra do Deus Todo-Poderoso:
Embora muitas pessoas acreditem em Deus, poucas compreendem o que significa fé em Deus, e o que elas devem fazer para ser segundo o coração de Deus. Isto porque, embora as pessoas conheçam a palavra “Deus” e frases tais como “a obra de Deus”, elas não conhecem a Deus, muito menos conhecem Sua obra. Não é de admirar, então, que todos aqueles que não conhecem a Deus possuam uma crença confusa. As pessoas não levam a sério o fato de crer em Deus porque crer em Deus não lhes é familiar, é muito estranho para elas. Dessa maneira, elas ficam aquém das demandas de Deus. Em outras palavras, se as pessoas não conhecem a Deus, nem conhecem Sua obra, então elas não servem para serem usadas por Deus, tampouco podem preencher os desejos de Deus. “Crer em Deus” significa acreditar que há um Deus; este é o conceito mais simples de fé em Deus. Mais ainda, acreditar que há um Deus não é o mesmo que crer verdadeiramente em Deus, em vez disso, é um tipo de fé simples com fortes implicações religiosas. Fé verdadeira em Deus significa experimentar as palavras e as obras de Deus com base na crença de que Deus é soberano sobre todas as coisas. Então, você será libertado de seu caráter corrupto, cumprirá os desejos de Deus, e virá a conhecer Deus. Somente por meio de tal jornada se poderá dizer que crê em Deus. Ainda que as pessoas frequentemente vejam a crença em Deus como algo simplório e frívolo. A crença de tais pessoas é sem sentido e nunca ganhará a aprovação de Deus, porque elas trilham um caminho errado. Hoje, existem ainda aqueles que creem em Deus em letras, em doutrinas vazias. Elas não têm consciência de que sua crença em Deus não tem substância, e que são incapazes de ganhar a aprovação de Deus, e ainda oram por paz e graça suficiente de Deus. Devíamos parar e perguntarmos a nós mesmos: Acreditar em Deus poderia realmente ser a coisa mais fácil neste mundo? Acreditar em Deus significa nada mais que receber muita graça de Deus? As pessoas que creem em Deus, mas não O conhecem, e acreditam em Deus e ainda se opõe a Ele, podem realmente preencher os desejos de Deus?
Deus e o homem não podem se igualar. A substância de Deus e Suas obras são mais que insondáveis e incompreensíveis ao homem. Se Deus não faz pessoalmente Sua obra e fala Sua palavra neste mundo de homens, então o homem jamais será capaz de compreender a vontade de Deus, e assim, mesmo aqueles que têm devotado sua vida inteira a Deus serão incapazes de ganhar sua aprovação. Sem a obra de Deus, não importa quanta bondade o homem esteja fazendo, não servirá para nada, pois os pensamentos de Deus serão sempre maiores do que os do homem, e a sabedoria de Deus é insondável ao homem. E assim, eu digo que aqueles que têm “definido” Deus e Suas obras são ineficazes, eles são arrogantes e ignorantes. O homem não devia definir a obra de Deus; mais ainda, o homem não pode definir a obra de Deus. Aos olhos de Deus, o homem é menor que uma formiga, então como pode um homem sondar a obra de Deus? Aqueles que estão constantemente dizendo, “Deus não opera desta ou daquela forma” ou “Deus é como isto ou aquilo” – não são arrogantes? Devíamos saber que aquelas pessoas, que são da carne, foram todas corrompidas por Satanás. É a natureza delas se oporem a Deus, e elas não estão em paridade com Deus, tampouco podem oferecer conselhos para a obra de Deus. Como Deus guia o homem é obra do próprio Deus. O homem deve se submeter, e não manter tal e tal visão, pois o homem não é nada mais que pó. Uma vez que buscamos a Deus, não devemos sobrepor nossas concepções sobre a obra de Deus em consideração a este Deus, muito menos devemos empregar nosso caráter corrupto para tentar deliberadamente opor à obra de Deus. Isto não nos faria anticristos? Como poderia tais pessoas dizer que creem em Deus? Uma vez que acreditamos que há um Deus, e desde que desejemos satisfazê-Lo e vê-Lo, devemos buscar o caminho da verdade, e devíamos buscar um modo de sermos compatíveis com Deus. Não devemos permanecer em rígida oposição contra Deus; que bem tiraríamos de tais ações?
Hoje, Deus tem uma nova obra. Você pode não aceitar essas palavras, elas podem parecer estranhas para você, mas eu lhe aconselho a não revelar sua qualidade, pois somente aqueles que realmente estão famintos e sedentos por justiça diante de Deus podem obter a verdade, e somente aqueles que são verdadeiramente devotados podem ser iluminados e guiados por Deus. Nada acontecerá se procurar a verdade em meio a brigas. Somente buscando calmamente podemos obter resultados. Quando eu digo que “hoje, Deus tem uma nova obra” estou me referindo a Deus tornar-se carne. Talvez você não se importe com essas palavras, talvez as despreze ou quem sabe elas sejam de grande interesse para você. Qualquer que seja o caso, eu espero que todos aqueles que verdadeiramente anseiam pela aparição de Deus possam encarar este fato e dar-lhe a devida consideração. É melhor não tirar conclusões precipitadas. É assim que pessoas sábias devem agir.
Para estudar tal coisa não é difícil, mas requer que cada um de nós conheçamos esta verdade. Ele que é o Deus encarnado deve manter a substância divina, e Ele que é o Deus encarnado deve manter a expressão de Deus. Desde que Deus Se tornar carne, Ele levará adiante a obra que tem que fazer, e desde que Se torna carne, Ele expressará o que Ele é, e será capaz de trazer a verdade ao homem, conceder vida ao homem e mostrar à humanidade o caminho.. Carne que não contenha a substância de Deus, certamente não é o Deus encarnado; disto não há dúvida. Para investigar se é o Deus encarnado, o homem deve determinar isto a partir do caráter que Ele expressa e as palavras que Ele fala. O que quer dizer, se é ou não o Deus encarnado, se é ou não o verdadeiro caminho, deve ser julgado pela substância. E assim, ao determinar[a] se é a carne do Deus encarnado, a chave é prestar atenção à Sua substância . (Sua obra, Suas palavras, Seu caráter e muito mais), em vez de na aparência exterior. Se o homem olha apenas Sua aparência exterior, e ignora a Sua substância, então isto mostra a ignorância e a ingenuidade do homem. Aparência exterior não determina substância, e mais, a obra de Deus nunca foi de acordo com as concepções humanas. A aparência exterior de Jesus não estava em conflito com as concepções dos homens? Sua aparência e suas roupas não eram capazes de fornecer alguma dica de Sua verdadeira identidade? Não foi por isto que os primeiros Fariseus se opuseram a Jesus porque eles olharam simplesmente Sua aparência externa, e não guardaram no coração as palavras que Ele falava? É Minha esperança que irmãos e irmãs que buscam a aparência de Deus não repitam a tragédia da história. Vocês não devem se tornar os Fariseus dos tempos modernos nem pregar Deus na cruz novamente. Vocês deveriam considerar cuidadosamente como receber o retorno de Deus, e devem ter uma mente clara de como ser alguém que se submete à verdade. Esta é a responsabilidade de todos que estão esperando pelo retorno de Jesus sobre as nuvens. Devemos limpar nossos olhos espirituais, e não cair na armadilha das palavras cheias de ideias irrealistas ou fantásticas. Devemos pensar na obra prática de Deus, e dar uma olhada no lado real de Deus. Não sejam levados nem se percam em sonhos, sempre olhando esperando o dia em que o Senhor Jesus descerá subitamente entre vocês sobre uma nuvem e levá-los, aqueles que nunca conheceram ou jamais O viram, e não sabem como fazer a Sua vontade. É melhor pensar em questões práticas.
Talvez você abriu este livro com a proposta de pesquisa, ou com a intenção de aceitar; qualquer que seja sua atitude, Eu espero que você leia até o final, e não o coloque de lado facilmente. Talvez, após ler estas palavras, sua atitude mude, mas vai depender de quão motivado você está, e de quão facilmente você entende as coisas. Existe, contudo, uma coisa que você devia saber: A palavra de Deus não pode ser falada como palavra de um homem, tampouco pode a palavra de um homem se assemelhar à palavra de Deus. Um homem usado por Deus não é o Deus encarnado, e o Deus encarnado não é um homem usado por Deus; nisto há uma diferença substancial. Talvez, após ler essas palavras, você não aceite que elas sejam palavras de Deus, e somente as aceite como palavras de um homem que foi iluminado. Neste caso, você está cego pela ignorância. Como podem as palavras de Deus ser as mesmas que as palavras de um homem que foi iluminado? As palavras do Deus encarnado iniciam uma nova era, guiam toda a humanidade, revelam mistérios, e mostram ao homem a direção à frente em uma nova era. O esclarecimento obtido pelo homem não é mais do que simples prática ou conhecimento. Ele não pode guiar a humanidade inteira rumo à uma nova era ou revelar mistérios do próprio Deus. Deus, afinal, é Deus, e o homem é homem. Deus tem a substância divina, e o homem a substância humana. Se o homem vê as palavras ditas por Deus como simples iluminação do Espírito Santo, e toma as palavras dos apóstolos e profetas como palavras ditas pessoalmente por Deus, então o homem está errado. Apesar disto, você nunca transforma o que é certo em errado, ou fala do que é alto como baixo, ou diz do profundo como raso, assim também, você não deve nunca refutar deliberadamente o que você sabe que é verdade. Todo aquele que crê que há um Deus deve considerar este problema do ponto de vista correto e deve aceitar Sua nova obra e Suas novas palavras como uma criatura de Deus – ou ser eliminado por Deus.
Após a obra de Jeová, Jesus se tornou carne para fazer Sua obra entre os homens. Sua obra não foi realizada isoladamente, mas edificada sobre a obra de Jeová. Foi a obra por uma nova era depois que Deus concluiu a Era da Lei. Do mesmo modo, depois da obra de Jesus ter sido concluída, Deus então continuou sua obra para a próxima era, porque o gerenciamento completo de Deus é sempre uma progressão adiante. Quando uma era antiga passa ela é substituída por uma nova era, e uma vez que a obra anterior foi finalizada, uma nova obra continuará no gerenciamento de Deus. Esta encarnação é a segunda encarnação de Deus após a conclusão da obra de Jesus. Claro, esta encarnação não ocorre independentemente, mas é o terceiro estágio da obra após a Era da Lei e a Era da Graça. Cada novo estágio da obra de Deus sempre traz um novo começo e uma nova era. Assim, também há mudanças correspondentes no caráter de Deus, em Seu modo de trabalhar, na localização de Sua obra, e em Seu nome. Não é de admirar, então, que seja difícil para o homem aceitar a obra de Deus na nova era. Mas, independentemente de como o homem se opõe a Ele, Deus está sempre fazendo Sua obra, e sempre liderando a humanidade inteira adiante. Quando Jesus veio ao mundo dos homens, Ele trouxe a Era da Graça e findou-se assim a Era da Lei. Durante os últimos dias, Deus mais uma vez se tornou carne, e quando Ele se tornou carne desta vez, Ele terminou com a Era da Graça e trouxe a Era do Reino. Todos aqueles que aceitam a segunda encarnação de Deus serão conduzidos à Era do Reino, e serão capazes de aceitar pessoalmente a orientação de Deus. Embora Jesus tenha feito muitas obras no meio dos homens, Ele apenas completou a redenção de toda a humanidade e tornou-Se oferta pelos pecados dos homens e não livrou o homem de todo seu caráter corrupto. Livrar o homem plenamente da influência de Satanás não apenas exigiu de Jesus tomar os pecados do homem como oferta pelo pecado, mas também exigiu de Deus fazer uma obra maior para livrar completamente o homem de seu caráter, a qual tem sido corrompida por Satanás. E assim, depois que o homem foi perdoado por seus pecados, Deus voltou à carne para guiar o homem até a nova era, e começou a obra do castigo e julgamento, e esta obra tem trazido o homem a um domínio superior. Todo aquele que se submete ao Seu domínio desfrutará de uma verdade maior e receberá bênçãos ainda maiores. Eles viverão verdadeiramente na luz, e ganharão a verdade, o caminho e a vida.
Se as pessoas permanecerem na Era da Graça, então elas nunca serão libertadas de seu caráter corrompido, nem conhecerão o caráter inerente de Deus. Se as pessoas vivem no meio de uma abundância de graça, mas estão fora do caminho da vida que lhes permite conhecer Deus e satisfazer a Deus, então elas nunca O ganharão plenamente embora creiam Nele. Que forma lamentável de crença é esta. Quando você terminar de ler este livro, quando você tiver experimentado cada passo da obra de Deus encarnada na Era do Reino, você sentirá que as esperanças de muitos anos foram finalmente realizadas. Você sentirá que somente agora viu verdadeiramente Deus face a face, somente agora você olhou para o rosto de Deus, ouviu a declaração pessoal de Deus, apreciou a sabedoria da obra de Deus, e realmente sentiu quão real e poderoso é Deus. Você sentirá que ganhou muitas coisas que os antepassados nunca viram ou possuíram. Até aqui, você saberá claramente o que é acreditar em Deus, e o que é ser conforme o coração de Deus. Claro, se você se apegar às visões do passado, e rejeitar ou negar o fato da segunda encarnação de Deus, então você permanecerá de mãos vazias e não vai adquirir nada, e finalmente será culpado de opor-se a Deus. Aqueles que obedecem à verdade e se submetem à obra de Deus virão sob o nome do segundo Deus encarnado – o Todo-Poderoso. Eles serão capazes de aceitar a orientação pessoal de Deus, e vão adquirir uma verdade superior e em maior quantidade e receber a verdadeira vida humana. Eles irão contemplar a visão que os antepassados jamais viram: “E voltei-me para ver quem falava comigo. E, ao voltar-me, vi sete candeeiros de ouro, e no meio dos candeeiros um semelhante a filho de homem, vestido de uma roupa talar, e cingido à altura do peito com um cinto de ouro; e a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os seus olhos como chama de fogo; e os seus pés, semelhantes a latão reluzente que fora refinado numa fornalha; e a sua voz como a voz de muitas águas. Tinha ele na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois gumes; e o seu rosto era como o sol, quando resplandece na sua força” (Apocalipse 1:12-16). Esta visão é a expressão do completo caráter de Deus e tal expressão de Seu caráter completo é também a expressão da obra de Deus quando Ele se torna carne desta vez. Nas torrentes dos castigos e julgamentos, o Filho do homem expressa Seu caráter inerente ao falar de palavras, permitindo a todos aqueles que aceitam Seu castigo e julgamento para ver o rosto verdadeiro do filho do homem, rosto este que é uma descrição fiel do rosto do Filho do homem visto por João. (Claro, tudo isto será invisível àqueles que não aceitam a obra de Deus na Era do Reino). O verdadeiro rosto de Deus não pode ser plenamente articulado usando as palavras do homem, e então Deus usa a expressão de Seu caráter inerente para mostrar Seu verdadeiro rosto ao homem. Ou seja, todo aquele que experimentou o caráter inerente do Filho do homem viu o verdadeiro rosto do Filho do homem, pois Deus é grandioso demais e não pode ser plenamente articulado usando as palavras do homem. Uma vez que o homem tenha experimentado cada passo da obra de Deus na Era do Reino, ele conhecerá o verdadeiro significado das palavras de João quando ele falou do Filho do homem no meio dos castiçais: E a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os seus olhos como chama de fogo; e os seus pés, semelhantes a latão reluzente que fora refinado numa fornalha; e a sua voz como a voz de muitas águas. Tinha ele na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois gumes; e o seu rosto era como o sol, quando resplandece na sua força. Nesse momento, você saberá sem dúvida alguma que esta carne comum que falou tantas palavras é realmente o segundo Deus encarnado. E você verdadeiramente sentirá o quanto é abençoado e sentir-se-á o mais afortunado. Você não desejaria aceitar essa bênção?
A primeira parte deste livro traz as palavras do Espírito para as igrejas. Essas palavras representam a transição do fim da Era da Graça para o começo da Era do Reino, e são o testemunho público que o Espírito dá do Filho do homem para as igrejas. São também o cumprimento das palavras do Apocalipse: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas”. Essa é a obra que Deus começou na Era do Reino. A segunda parte deste livro são as palavras ditas pessoalmente pelo Filho do homem depois que Ele se revelou oficialmente. Isto inclui um conteúdo rico de vários tipos de declarações e palavras tais como profecia, a revelação dos mistérios, e o caminho de vida. Existem previsões para o futuro do Reino, revelações dos mistérios dos planos de gerenciamento de Deus, dissecações sobre a natureza humana, exortações e avisos, julgamentos severos, palavras sinceras de conforto, fala da vida, fala da entrada, e assim por diante. Resumindo, o que Deus tem, o que Ele é, e o caráter de Deus estão todas expressas em Sua obra e palavras. É claro, quando Deus se torna carne desta vez, Sua obra é expressar Seu caráter, primeiramente por meio de castigo e julgamento. Usando isto como fundamento, Ele traz mais verdade ao homem, mostra mais meios de prática e assim alcança Seu objetivo de conquistar o homem e salvá-lo de seu caráter corrupto. Isto está por trás da obra de Deus na Era do Reino. Você deseja entrar nessa nova era? Você deseja livrar-se do caráter corrupto? Deseja obter uma verdade superior? Deseja ver o verdadeiro rosto do Filho do homem? Deseja viver uma vida digna? Você deseja tornar-se perfeito por Deus? Então, como você receberá o retorno de Jesus?
Deus e o homem não podem se igualar. A substância de Deus e Suas obras são mais que insondáveis e incompreensíveis ao homem. Se Deus não faz pessoalmente Sua obra e fala Sua palavra neste mundo de homens, então o homem jamais será capaz de compreender a vontade de Deus, e assim, mesmo aqueles que têm devotado sua vida inteira a Deus serão incapazes de ganhar sua aprovação. Sem a obra de Deus, não importa quanta bondade o homem esteja fazendo, não servirá para nada, pois os pensamentos de Deus serão sempre maiores do que os do homem, e a sabedoria de Deus é insondável ao homem. E assim, eu digo que aqueles que têm “definido” Deus e Suas obras são ineficazes, eles são arrogantes e ignorantes. O homem não devia definir a obra de Deus; mais ainda, o homem não pode definir a obra de Deus. Aos olhos de Deus, o homem é menor que uma formiga, então como pode um homem sondar a obra de Deus? Aqueles que estão constantemente dizendo, “Deus não opera desta ou daquela forma” ou “Deus é como isto ou aquilo” – não são arrogantes? Devíamos saber que aquelas pessoas, que são da carne, foram todas corrompidas por Satanás. É a natureza delas se oporem a Deus, e elas não estão em paridade com Deus, tampouco podem oferecer conselhos para a obra de Deus. Como Deus guia o homem é obra do próprio Deus. O homem deve se submeter, e não manter tal e tal visão, pois o homem não é nada mais que pó. Uma vez que buscamos a Deus, não devemos sobrepor nossas concepções sobre a obra de Deus em consideração a este Deus, muito menos devemos empregar nosso caráter corrupto para tentar deliberadamente opor à obra de Deus. Isto não nos faria anticristos? Como poderia tais pessoas dizer que creem em Deus? Uma vez que acreditamos que há um Deus, e desde que desejemos satisfazê-Lo e vê-Lo, devemos buscar o caminho da verdade, e devíamos buscar um modo de sermos compatíveis com Deus. Não devemos permanecer em rígida oposição contra Deus; que bem tiraríamos de tais ações?
Hoje, Deus tem uma nova obra. Você pode não aceitar essas palavras, elas podem parecer estranhas para você, mas eu lhe aconselho a não revelar sua qualidade, pois somente aqueles que realmente estão famintos e sedentos por justiça diante de Deus podem obter a verdade, e somente aqueles que são verdadeiramente devotados podem ser iluminados e guiados por Deus. Nada acontecerá se procurar a verdade em meio a brigas. Somente buscando calmamente podemos obter resultados. Quando eu digo que “hoje, Deus tem uma nova obra” estou me referindo a Deus tornar-se carne. Talvez você não se importe com essas palavras, talvez as despreze ou quem sabe elas sejam de grande interesse para você. Qualquer que seja o caso, eu espero que todos aqueles que verdadeiramente anseiam pela aparição de Deus possam encarar este fato e dar-lhe a devida consideração. É melhor não tirar conclusões precipitadas. É assim que pessoas sábias devem agir.
Para estudar tal coisa não é difícil, mas requer que cada um de nós conheçamos esta verdade. Ele que é o Deus encarnado deve manter a substância divina, e Ele que é o Deus encarnado deve manter a expressão de Deus. Desde que Deus Se tornar carne, Ele levará adiante a obra que tem que fazer, e desde que Se torna carne, Ele expressará o que Ele é, e será capaz de trazer a verdade ao homem, conceder vida ao homem e mostrar à humanidade o caminho.. Carne que não contenha a substância de Deus, certamente não é o Deus encarnado; disto não há dúvida. Para investigar se é o Deus encarnado, o homem deve determinar isto a partir do caráter que Ele expressa e as palavras que Ele fala. O que quer dizer, se é ou não o Deus encarnado, se é ou não o verdadeiro caminho, deve ser julgado pela substância. E assim, ao determinar[a] se é a carne do Deus encarnado, a chave é prestar atenção à Sua substância . (Sua obra, Suas palavras, Seu caráter e muito mais), em vez de na aparência exterior. Se o homem olha apenas Sua aparência exterior, e ignora a Sua substância, então isto mostra a ignorância e a ingenuidade do homem. Aparência exterior não determina substância, e mais, a obra de Deus nunca foi de acordo com as concepções humanas. A aparência exterior de Jesus não estava em conflito com as concepções dos homens? Sua aparência e suas roupas não eram capazes de fornecer alguma dica de Sua verdadeira identidade? Não foi por isto que os primeiros Fariseus se opuseram a Jesus porque eles olharam simplesmente Sua aparência externa, e não guardaram no coração as palavras que Ele falava? É Minha esperança que irmãos e irmãs que buscam a aparência de Deus não repitam a tragédia da história. Vocês não devem se tornar os Fariseus dos tempos modernos nem pregar Deus na cruz novamente. Vocês deveriam considerar cuidadosamente como receber o retorno de Deus, e devem ter uma mente clara de como ser alguém que se submete à verdade. Esta é a responsabilidade de todos que estão esperando pelo retorno de Jesus sobre as nuvens. Devemos limpar nossos olhos espirituais, e não cair na armadilha das palavras cheias de ideias irrealistas ou fantásticas. Devemos pensar na obra prática de Deus, e dar uma olhada no lado real de Deus. Não sejam levados nem se percam em sonhos, sempre olhando esperando o dia em que o Senhor Jesus descerá subitamente entre vocês sobre uma nuvem e levá-los, aqueles que nunca conheceram ou jamais O viram, e não sabem como fazer a Sua vontade. É melhor pensar em questões práticas.
Talvez você abriu este livro com a proposta de pesquisa, ou com a intenção de aceitar; qualquer que seja sua atitude, Eu espero que você leia até o final, e não o coloque de lado facilmente. Talvez, após ler estas palavras, sua atitude mude, mas vai depender de quão motivado você está, e de quão facilmente você entende as coisas. Existe, contudo, uma coisa que você devia saber: A palavra de Deus não pode ser falada como palavra de um homem, tampouco pode a palavra de um homem se assemelhar à palavra de Deus. Um homem usado por Deus não é o Deus encarnado, e o Deus encarnado não é um homem usado por Deus; nisto há uma diferença substancial. Talvez, após ler essas palavras, você não aceite que elas sejam palavras de Deus, e somente as aceite como palavras de um homem que foi iluminado. Neste caso, você está cego pela ignorância. Como podem as palavras de Deus ser as mesmas que as palavras de um homem que foi iluminado? As palavras do Deus encarnado iniciam uma nova era, guiam toda a humanidade, revelam mistérios, e mostram ao homem a direção à frente em uma nova era. O esclarecimento obtido pelo homem não é mais do que simples prática ou conhecimento. Ele não pode guiar a humanidade inteira rumo à uma nova era ou revelar mistérios do próprio Deus. Deus, afinal, é Deus, e o homem é homem. Deus tem a substância divina, e o homem a substância humana. Se o homem vê as palavras ditas por Deus como simples iluminação do Espírito Santo, e toma as palavras dos apóstolos e profetas como palavras ditas pessoalmente por Deus, então o homem está errado. Apesar disto, você nunca transforma o que é certo em errado, ou fala do que é alto como baixo, ou diz do profundo como raso, assim também, você não deve nunca refutar deliberadamente o que você sabe que é verdade. Todo aquele que crê que há um Deus deve considerar este problema do ponto de vista correto e deve aceitar Sua nova obra e Suas novas palavras como uma criatura de Deus – ou ser eliminado por Deus.
Após a obra de Jeová, Jesus se tornou carne para fazer Sua obra entre os homens. Sua obra não foi realizada isoladamente, mas edificada sobre a obra de Jeová. Foi a obra por uma nova era depois que Deus concluiu a Era da Lei. Do mesmo modo, depois da obra de Jesus ter sido concluída, Deus então continuou sua obra para a próxima era, porque o gerenciamento completo de Deus é sempre uma progressão adiante. Quando uma era antiga passa ela é substituída por uma nova era, e uma vez que a obra anterior foi finalizada, uma nova obra continuará no gerenciamento de Deus. Esta encarnação é a segunda encarnação de Deus após a conclusão da obra de Jesus. Claro, esta encarnação não ocorre independentemente, mas é o terceiro estágio da obra após a Era da Lei e a Era da Graça. Cada novo estágio da obra de Deus sempre traz um novo começo e uma nova era. Assim, também há mudanças correspondentes no caráter de Deus, em Seu modo de trabalhar, na localização de Sua obra, e em Seu nome. Não é de admirar, então, que seja difícil para o homem aceitar a obra de Deus na nova era. Mas, independentemente de como o homem se opõe a Ele, Deus está sempre fazendo Sua obra, e sempre liderando a humanidade inteira adiante. Quando Jesus veio ao mundo dos homens, Ele trouxe a Era da Graça e findou-se assim a Era da Lei. Durante os últimos dias, Deus mais uma vez se tornou carne, e quando Ele se tornou carne desta vez, Ele terminou com a Era da Graça e trouxe a Era do Reino. Todos aqueles que aceitam a segunda encarnação de Deus serão conduzidos à Era do Reino, e serão capazes de aceitar pessoalmente a orientação de Deus. Embora Jesus tenha feito muitas obras no meio dos homens, Ele apenas completou a redenção de toda a humanidade e tornou-Se oferta pelos pecados dos homens e não livrou o homem de todo seu caráter corrupto. Livrar o homem plenamente da influência de Satanás não apenas exigiu de Jesus tomar os pecados do homem como oferta pelo pecado, mas também exigiu de Deus fazer uma obra maior para livrar completamente o homem de seu caráter, a qual tem sido corrompida por Satanás. E assim, depois que o homem foi perdoado por seus pecados, Deus voltou à carne para guiar o homem até a nova era, e começou a obra do castigo e julgamento, e esta obra tem trazido o homem a um domínio superior. Todo aquele que se submete ao Seu domínio desfrutará de uma verdade maior e receberá bênçãos ainda maiores. Eles viverão verdadeiramente na luz, e ganharão a verdade, o caminho e a vida.
Se as pessoas permanecerem na Era da Graça, então elas nunca serão libertadas de seu caráter corrompido, nem conhecerão o caráter inerente de Deus. Se as pessoas vivem no meio de uma abundância de graça, mas estão fora do caminho da vida que lhes permite conhecer Deus e satisfazer a Deus, então elas nunca O ganharão plenamente embora creiam Nele. Que forma lamentável de crença é esta. Quando você terminar de ler este livro, quando você tiver experimentado cada passo da obra de Deus encarnada na Era do Reino, você sentirá que as esperanças de muitos anos foram finalmente realizadas. Você sentirá que somente agora viu verdadeiramente Deus face a face, somente agora você olhou para o rosto de Deus, ouviu a declaração pessoal de Deus, apreciou a sabedoria da obra de Deus, e realmente sentiu quão real e poderoso é Deus. Você sentirá que ganhou muitas coisas que os antepassados nunca viram ou possuíram. Até aqui, você saberá claramente o que é acreditar em Deus, e o que é ser conforme o coração de Deus. Claro, se você se apegar às visões do passado, e rejeitar ou negar o fato da segunda encarnação de Deus, então você permanecerá de mãos vazias e não vai adquirir nada, e finalmente será culpado de opor-se a Deus. Aqueles que obedecem à verdade e se submetem à obra de Deus virão sob o nome do segundo Deus encarnado – o Todo-Poderoso. Eles serão capazes de aceitar a orientação pessoal de Deus, e vão adquirir uma verdade superior e em maior quantidade e receber a verdadeira vida humana. Eles irão contemplar a visão que os antepassados jamais viram: “E voltei-me para ver quem falava comigo. E, ao voltar-me, vi sete candeeiros de ouro, e no meio dos candeeiros um semelhante a filho de homem, vestido de uma roupa talar, e cingido à altura do peito com um cinto de ouro; e a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os seus olhos como chama de fogo; e os seus pés, semelhantes a latão reluzente que fora refinado numa fornalha; e a sua voz como a voz de muitas águas. Tinha ele na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois gumes; e o seu rosto era como o sol, quando resplandece na sua força” (Apocalipse 1:12-16). Esta visão é a expressão do completo caráter de Deus e tal expressão de Seu caráter completo é também a expressão da obra de Deus quando Ele se torna carne desta vez. Nas torrentes dos castigos e julgamentos, o Filho do homem expressa Seu caráter inerente ao falar de palavras, permitindo a todos aqueles que aceitam Seu castigo e julgamento para ver o rosto verdadeiro do filho do homem, rosto este que é uma descrição fiel do rosto do Filho do homem visto por João. (Claro, tudo isto será invisível àqueles que não aceitam a obra de Deus na Era do Reino). O verdadeiro rosto de Deus não pode ser plenamente articulado usando as palavras do homem, e então Deus usa a expressão de Seu caráter inerente para mostrar Seu verdadeiro rosto ao homem. Ou seja, todo aquele que experimentou o caráter inerente do Filho do homem viu o verdadeiro rosto do Filho do homem, pois Deus é grandioso demais e não pode ser plenamente articulado usando as palavras do homem. Uma vez que o homem tenha experimentado cada passo da obra de Deus na Era do Reino, ele conhecerá o verdadeiro significado das palavras de João quando ele falou do Filho do homem no meio dos castiçais: E a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve; e os seus olhos como chama de fogo; e os seus pés, semelhantes a latão reluzente que fora refinado numa fornalha; e a sua voz como a voz de muitas águas. Tinha ele na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois gumes; e o seu rosto era como o sol, quando resplandece na sua força. Nesse momento, você saberá sem dúvida alguma que esta carne comum que falou tantas palavras é realmente o segundo Deus encarnado. E você verdadeiramente sentirá o quanto é abençoado e sentir-se-á o mais afortunado. Você não desejaria aceitar essa bênção?
A primeira parte deste livro traz as palavras do Espírito para as igrejas. Essas palavras representam a transição do fim da Era da Graça para o começo da Era do Reino, e são o testemunho público que o Espírito dá do Filho do homem para as igrejas. São também o cumprimento das palavras do Apocalipse: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas”. Essa é a obra que Deus começou na Era do Reino. A segunda parte deste livro são as palavras ditas pessoalmente pelo Filho do homem depois que Ele se revelou oficialmente. Isto inclui um conteúdo rico de vários tipos de declarações e palavras tais como profecia, a revelação dos mistérios, e o caminho de vida. Existem previsões para o futuro do Reino, revelações dos mistérios dos planos de gerenciamento de Deus, dissecações sobre a natureza humana, exortações e avisos, julgamentos severos, palavras sinceras de conforto, fala da vida, fala da entrada, e assim por diante. Resumindo, o que Deus tem, o que Ele é, e o caráter de Deus estão todas expressas em Sua obra e palavras. É claro, quando Deus se torna carne desta vez, Sua obra é expressar Seu caráter, primeiramente por meio de castigo e julgamento. Usando isto como fundamento, Ele traz mais verdade ao homem, mostra mais meios de prática e assim alcança Seu objetivo de conquistar o homem e salvá-lo de seu caráter corrupto. Isto está por trás da obra de Deus na Era do Reino. Você deseja entrar nessa nova era? Você deseja livrar-se do caráter corrupto? Deseja obter uma verdade superior? Deseja ver o verdadeiro rosto do Filho do homem? Deseja viver uma vida digna? Você deseja tornar-se perfeito por Deus? Então, como você receberá o retorno de Jesus?
Fonte:Relâmpago do Oriente
6/24/2019
Em sua fé em Deus você deve obedecer a Deus
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| Copyright da imagem: Igreja de Deus Todo-Poderoso |
Palavra de Deus Todo-Poderoso :
Em sua fé em Deus você deve obedecer a Deus
Por que você crê em Deus? A maioria das pessoas fica confundida com essa pergunta. Elas sempre têm dois pontos de vista completamente diferentes sobre o Deus prático e o Deus no Céu, o que mostra que acreditam em Deus, não para Lhe obedecer, mas para receber certos benefícios ou para escapar do sofrimento de um desastre. Somente então elas obedecem até certo ponto, porém a sua obediência é condicional, é para o bem das suas próprias perspectivas pessoais e lhes é forçada. Então, por que você crê em Deus? Se for somente para o bem de suas próprias perspectivas, seu destino, então é melhor não crer. Tal espécie de crença é para engano próprio, autoafirmação e valorização pessoal. Se sua fé não está edificada sobre a fundação da obediência a Deus, então você será punido no final das contas como resultado de sua oposição a Deus. Todos os que não buscam obediência a Deus em sua fé, se opõem a Deus. Deus pede que as pessoas busquem a verdade, que tenham sede de Suas palavras, que comam e bebam as Palavras de Deus e as coloquem em prática, para que alcancem a obediência a Deus. Se suas motivações forem verdadeiramente assim, então Deus certamente o levantará e será gracioso para com você. Ninguém pode duvidar disso e ninguém pode mudar isso. Se suas motivações não forem por causa de sua obediência a Deus e você tem outros objetivos, tudo que você diz e faz — suas orações diante de Deus, até mesmo cada uma de suas ações — serão contrárias a Deus. Você pode ter uma fala mansa e ser moderado, cada ato e expressão podem parecer corretos, você pode parecer uma pessoa que obedece, mas quando se trata de suas motivações e seus pontos de vista sobre fé em Deus, tudo que você faz é em oposição a Deus e maligno. As pessoas que aparentam ser obedientes como ovelhas, mas em seu coração abrigam más intenções, são lobos em pele de ovelhas, ofendem diretamente a Deus e Deus não poupará nenhuma delas. O Espírito Santo revelará cada uma delas, para que todos vejam que todos os que forem hipócritas certamente serão detestados e rejeitados pelo Espírito Santo. Não se preocupe: Deus lidará e resolverá cada uma delas a sua vez.
Se você é incapaz de aceitar a nova luz de Deus, não consegue entender tudo que Deus está fazendo hoje, e não o busca ou, em vez disso, o duvida, julga, examina e analisa, então você não tem intenção de obedecer. Se, quando a luz do aqui e agora aparecer, você ainda der valor à luz de ontem e se opuser à nova obra de Deus, então você não é mais que uma piada, você é um dos que deliberadamente se opõem a Deus. A chave para obediência a Deus é compreender a nova luz e poder aceitá-la e colocá-la em prática. Somente isso é a verdadeira obediência. Aqueles que não têm o desejo de ter sede de Deus são incapazes de estar dispostos a obedecer a Deus e só podem opor-se a Deus por causa de sua satisfação com o status quo. O fato de o homem não poder obedecer a Deus é devido a estar possuído pelas coisas que vieram antes. As coisas que vieram antes deram às pessoas todo tipo de conceitos e ilusões sobre Deus e se tornaram a imagem de Deus em sua mente. Portanto, elas creem em seus próprios conceitos e padrões de sua própria imaginação. Se você comparar o Deus que faz a obra verdadeira hoje com o Deus de sua própria imaginação, então sua fé vem de Satanás e está de acordo com suas próprias preferências — e Deus não quer esse tipo de fé. Independentemente de quão elevadas sejam suas credenciais ou de sua dedicação — mesmo que tenham dedicado uma vida inteira de esforços à Sua obra e tenham se martirizado — Deus não aprova ninguém com uma fé igual a essa. Ele meramente lhes dá um pouco da graça e lhes permite desfrutá-la por um tempo. Pessoas assim são incapazes de colocar a verdade em prática, o Espírito Santo não opera dentro delas e Deus eliminará cada uma à sua vez. Independentemente se serem velhos ou jovens, aqueles que não obedecem a Deus na sua fé e têm as motivações erradas são os que se opõem e interrompem e tais pessoas serão indubitavelmente eliminadas por Deus. Aqueles que não têm o mínimo de obediência a Deus, que meramente reconhecem o nome de Deus e têm alguma percepção do carinho e da amabilidade de Deus, porém não mantêm o ritmo dos passos do Espírito Santo e não obedecem a obra atual e as palavras do Espírito Santo — tais pessoas vivem em meio à graça de Deus e não serão ganhos e aperfeiçoados por Deus. Deus aperfeiçoa as pessoas por meio da sua obediência, por meio do seu comer, beber e desfrutar as palavras de Deus e através do sofrimento e refinamento em sua vida. Somente através de uma fé semelhante a essa, o caráter das pessoas poderá mudar; somente assim elas poderão possuir o verdadeiro conhecimento de Deus. Não estar satisfeito com viver em meio às graças de Deus, ativamente ansiar e buscar a verdade, e buscar ser ganho por Deus — isso é o que significa conscientemente obedecer a Deus; esse é precisamente o tipo de fé que Deus quer. Pessoas que não fazem mais nada além de desfrutar da graça de Deus não podem ser aperfeiçoadas ou transformadas e sua obediência, piedade, amor e paciência são todos superficiais. Aqueles que somente desfrutam a graça de Deus não podem verdadeiramente conhecer a Deus, e mesmo quando O conhecem, seu conhecimento é superficial e eles dizem coisas como “Deus ama o homem” ou “Deus é compassivo para com o homem”. Isso não representa a vida do homem e não mostra que as pessoas realmente conhecem a Deus. Se, quando as palavras de Deus as refinam ou quando Suas provações caem sobre elas, são incapazes de obedecer a Deus — se, em vez disso, elas se tornam duvidosas e caem — então não são nem um pouco obedientes. Dentro delas, existem muitas regras e restrições sobre a fé em Deus, experiências antigas que são o resultado de muitos anos de fé ou de várias doutrinas baseadas na Bíblia. Poderiam tais pessoas obedecer a Deus? Essas pessoas são cheias de coisas humanas — como podem obedecer a Deus? Elas obedecem de acordo com suas preferencias pessoais — será que Deus deseja obediência como essa? Isso não é obedecer a Deus, mas obedecer a doutrina, e satisfazer e consolar a si mesmo. Se você diz que isso é obediência a Deus, não está blasfemando contra Ele? Você é um Faraó egípcio, você comete maldade e expressamente se engaja no trabalho de oposição a Deus — Deus poderia querer um serviço como esse? É melhor você se apressar e se arrepender e ser mais consciente. Caso contrário, seria melhor você ir para casa: isso lhe traria mais benefício do que o seu serviço a Deus, você não incomodaria nem interromperia, saberia qual é o seu lugar e viveria bem — não seria melhor? Dessa forma você evitaria opor-se a Deus e ser punido!
Fonte:Relâmpago do Oriente
6/22/2019
Filme gospel família "A honestidade é preciosa" Somente os honestos podem entrar no reino dos céus
As ovelhas de Deus ouvem a voz de Deus. À medida em que for lendo as palavras de Deus Todo-Poderoso, você presenciará a aparição de Deus.
Como ser uma boa pessoa aos olhos de Deus "Sou uma boa pessoa!" Filme gospel completo dublado 2019
Zhen Cheng era o dono de uma oficina de conserto de eletrodomésticos. Era gentil, honesto e trabalhava dentro da legalidade. Jamais passaria a perna em alguém, porém o dinheiro que ganhava mal dava para sustentar sua família. Depois de um tempo, um membro da família e um negociante parceiro o incentivaram a praticar negócios escusos, e Zhen Cheng começou a acreditar em dizeres que representam uma filosofia satânica como: "Um homem sem uma segunda renda jamais ficará rico, assim como um cavalo faminto de feno à noite nunca ganhará peso", "O corajoso morre de glutonaria; o tímido, de inanição", "Dinheiro não é tudo, mas sem ele você não pode fazer nada" e "Dinheiro primeiro". Zhen Cheng perdeu a boa consciência que o guiara e começou a usar meios desonestos para ganhar mais dinheiro. Muito embora ele ganhasse mais do que antes e seu padrão de vida tivesse melhorado, Zhen Cheng estava infeliz e um sentimento de vazio o atormentava; a vida estava oca e repleta de sofrimento.Depois que aceitou a obra do Deus dos últimos dias, Zhen Cheng passou a entender através da palavra de Deus que Ele gosta de pessoas honestas e despreza os enganadores. Zhen Cheng também passou a entender que ser um indivíduo honesto é a única maneira de se comportar como uma pessoa real e a única forma de alcançar o louvor de Deus, e assim ele prometeu ser um homem honesto. No entanto, ser honesto na vida real provou ser difícil: com os irmãos e irmãs na igreja, ele conseguia ser tão direto quanto deveria ser, mas se fizesse o mesmo no mundo dos negócios, seria ele capaz de ganhar dinheiro? Não só ganharia menos dinheiro, como também sofreria prejuízos significativos e correria o risco de perder sua oficina. … Diante dessas lutas, Zhen Cheng seria capaz de administrar seus negócios com honestidade? Que tipo de riscos e imprevistos inesperadas acontecerão no processo? Qual será a sua maior recompensa? …
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3/20/2019
O sucesso ou o fracasso dependem da senda que o homem percorre
Fonte da imagem: Igreja de Deus Todo-Poderoso
O sucesso ou o fracasso dependem da senda que o homem percorre
A maioria das pessoas crê em Deus por causa de seu destino futuro ou para contentamento temporário. Para aquelas que não foram submetidas a nenhum tratamento, o propósito de sua crença em Deus é entrar no céu, a fim de ganhar recompensas. Não é no intuito de serem aperfeiçoadas nem de cumprirem o dever de criatura de Deus. Isso equivale a dizer que a maioria das pessoas não crê em Deus para cumprir sua responsabilidade nem para concluir o seu dever. Raras vezes as pessoas creem em Deus a fim de levar uma vida significativa, e também não há quem acredite que, uma vez que está vivo, o homem deve amar a Deus porque é lei do Céu e princípio da terra que ele o faça, além de ser a vocação natural do homem. Assim, embora diferentes pessoas busquem suas próprias metas, o propósito da busca e a motivação por trás dela são todos similares e, ademais, para a maioria delas os objetos de adoração são quase os mesmos. Ao longo dos vários últimos milênios, muitos crentes morreram e muitos morreram e nasceram de novo. Não são apenas uma ou duas pessoas que vão procuram de Deus, nem mesmo mil ou duas mil, mas a busca da maioria dessas pessoas visa às suas próprias perspectivas ou às suas gloriosas esperanças para o futuro. Aquelas devotadas a Cristo são poucas e raras. Muitos crentes devotados ainda morreram presos às suas próprias redes e o número de pessoas que tiveram sucesso, além disso, é insignificante. Até hoje, as razões pelas quais as pessoas fracassam nem os segredos do sucesso das pessoas são ainda conhecidos por elas. Aquelas obcecadas pela busca de Cristo ainda não tiveram seu momento de súbita percepção, ainda não foram ao fundo destes mistérios, porque simplesmente não sabem. Apesar de seus diligentes esforços em sua busca, a senda que elas percorrem é a senda do fracasso uma vez percorrida por seus antecessores, não é uma senda de sucesso. Assim, independentemente de como buscam, não percorrem elas a senda que leva às trevas? O que elas ganham não é um fruto amargo? Já é difícil o suficiente prever se as pessoas que imitam quem foi bem-sucedido em tempos passados acabarão em boa sorte ou calamidade. Quão piores não serão as chances, então, das pessoas que buscam ao seguirem os passos daquelas malsucedidas? Não têm elas ainda maior probabilidade de fracassar? Que valor há na senda que elas percorrem? Não estão perdendo seu tempo? Quer elas tenham sucesso, quer fracassem em sua busca, há, em suma, uma razão por que elas o fazem, e não é verdade que seu êxito ou fracasso é determinado por buscarem como bem querem.
A exigência mais fundamental da crença do homem em Deus é que ele tenha um coração sincero, e que se devotar por inteiro e obedeça fielmente. O mais difícil para o homem é oferecer sua vida toda em troca da autêntica crença, por meio da qual ele pode ganhar a verdade toda e cumprir o seu dever como criatura de Deus. Isso é o que é inatingível para quem fracassa e ainda mais inatingível para quem não consegue encontrar Cristo. Porque o homem não é bom em devotar-se integralmente a Deus, porque o homem não está disposto a cumprir o seu dever para com o Criador, porque o homem viu a verdade, mas a evita e segue pela sua própria senda, porque o homem sempre busca seguindo a senda daqueles que fracassaram, porque o homem sempre desafia o Céu, portanto, o homem sempre fracassa, sempre é ludibriado pelas trapaças de Satanás e é enredado em sua própria rede. Porque o homem não conhece Cristo, porque o homem não é hábil para compreender e experimentar a verdade, porque o homem venera demais a Paulo e cobiça demais o céu, porque o homem está sempre exigindo que Cristo o obedeça e dando ordens a respeito de Deus, então essas grandes figuras e as pessoas que experimentaram as vicissitudes do mundo ainda são mortais, ainda morrem em meio ao castigo de Deus. Tudo o que posso dizer de tais pessoas, é que elas morrem uma morte trágica e que a consequência para elas – a morte – não é injustificada. O fracasso delas não é até mais intolerável para a lei do Céu? A verdade vem do mundo do homem, mas a verdade entre os homens é transmitida por Cristo. Ela origina-se em Cristo, isto é, no Próprio Deus, e é inatingível ao homem. No entanto, Cristo somente provê a verdade – Ele não vem para decidir se o homem terá sucesso em sua busca da verdade. Sendo assim, segue-se que o sucesso ou o fracasso quanto à verdade é atribuível apenas à busca do homem. O sucesso ou o fracasso do homem quanto à verdade nunca teve nada a ver com Cristo, pois é, em vez disso, determinado por sua busca. O destino do homem e seu sucesso ou fracasso não podem ser atribuídos à cabeça de Deus, de forma que o Próprio Deus seja forçado a arcar com ele, porque essa questão não compete ao Próprio Deus, mas está diretamente relacionada com o dever que as criaturas de Deus devem cumprir. A maioria das pessoas tem um pouco de conhecimento sobre a busca e o destino de Paulo e Pedro, mas elas nada sabem além do resultado que eles tiveram e desconhecem o segredo por trás do sucesso de Pedro ou as deficiências que levaram ao fracasso de Paulo. Portanto, se vocês são totalmente incapazes de enxergar através da essência da busca deles, a busca da maioria de vocês ainda fracassará e, mesmo se uns poucos de vocês forem bem-sucedidos, ainda assim não serão iguais a Pedro. Se a senda de sua busca for a correta, então você tem uma esperança de sucesso; se a senda que trilha em busca da verdade for a errada, você será para sempre incapaz de sucesso e terá o mesmo fim que Paulo.
Pedro foi um homem tornado perfeito. Somente depois de experimentar castigo e julgamento, e então ganhar um amor puro a Deus, é que ele foi tornado plenamente perfeito; a senda que ele percorreu foi a senda para se tornar perfeito. Isto é, desde o começo, a senda que Pedro trilhou era a certa, e sua motivação para crer em Deus foi a correta, e assim ele se tornou alguém que foi tornado perfeito e ele percorreu uma nova senda que o homem nunca havia trilhado antes. Entretanto, a senda percorrida por Paulo desde o início foi a senda de oposição a Cristo, e foi só porque o Espírito Santo quis usá-lo e aproveitar seus dons e todos os seus méritos para a Sua obra, que ele trabalhou para Cristo durante várias décadas. Ele foi simplesmente alguém usado pelo Espírito Santo, e não foi usado porque Jesus olhasse para a sua humanidade favoravelmente, mas por causa de seus dons. Ele pôde trabalhar para Jesus porque foi derrubado, não porque ficasse contente em fazê-lo. Ele pôde fazer tal trabalho por causa da iluminação e da orientação do Espírito Santo, e o trabalho que ele fez de modo algum representa sua busca nem sua humanidade. O trabalho de Paulo representa o trabalho de um servo, isto é, ele fez o trabalho de um apóstolo. Pedro, no entanto, foi diferente. Ele também fez algum trabalho; embora não tão grande quanto o de Paulo, mas ele trabalhou em meio à busca de sua própria entrada e seu trabalho foi diferente do trabalho de Paulo. O trabalho de Pedro foi o cumprimento do dever de uma criatura de Deus. Ele não trabalhou no papel de apóstolo, mas no curso de sua busca de um amor a Deus. O curso do trabalho de Paulo também continha a sua busca pessoal: a sua busca era por causa de nada além de suas esperanças para o futuro e seu desejo de um bom destino. Ele não admitiu refinamento durante seu trabalho, como não admitiu poda nem tratamento. Ele acreditava que, desde que seu trabalho satisfizesse o desejo de Deus e tudo o que ele fizesse agradasse a Deus, no final haveria uma recompensa o aguardava. Não houve experiências pessoais no seu trabalho – tudo foi feito por causa do próprio trabalho, não realizado no contexto da busca de mudança. Tudo no trabalho dele foi uma transação, sem nada do dever ou da submissão de uma criatura de Deus. Não houve mudança alguma no antigo caráter de Paulo durante o decurso de seu trabalho. Seu trabalho foi meramente de serviço a outros, e era incapaz de provocar mudanças no caráter dele. Paulo realizou o seu trabalho diretamente, sem ter sido tratado nem tornado perfeito, e ele foi motivado por recompensa. Pedro foi diferente: ele era alguém que passara por poda, tratamento e refinamento. O propósito e a motivação do trabalho de Pedro eram essencialmente diferentes dos de Paulo. Embora Pedro não tenha feito um grande volume de trabalho, o seu caráter passou por muitas mudanças, e o que ele buscava era a verdade, bem como mudança real. Seu trabalho não foi realizado simplesmente por causa do trabalho em si. Paulo trabalhou muito, mas tudo foi obra do Espírito Santo e, ainda que tenha colaborado nessa obra, ele não a vivenciou. O fato de Pedro ter feito muito menos trabalho ocorreu só porque o Espírito Santo não operou tanto por meio dele. A quantidade de trabalho deles não determinou se foram tornados perfeitos; a busca de um deles foi a fim de receber recompensa, e a do outro foi para conquistar um máximo amor a Deus e cumprir o seu dever como criatura de Deus, na medida em que pôde viver uma amável imagem de modo a satisfazer o desejo de Deus. Eles eram externamente diferentes, assim como também eram diferentes demais em substância. Não se pode determinar qual deles foi tornado perfeito com base na quantidade de trabalho que fizeram. Pedro buscou viver a imagem de alguém que ama a Deus, ser alguém que obedecia a Deus, ser alguém que aceitava tratamento e poda, e ser alguém que cumpria seu dever como criatura de Deus. Foi capaz de devotar-se a Deus, pôr-se inteiramente nas mãos de Deus e obedecer-Lhe até a morte. Isso foi o que ele resolveu fazer e, ademais, foi o que ele conseguiu. Esta é a razão fundamental pela qual seu fim foi diferente do de Paulo. A obra feita pelo Espírito Santo em Pedro foi torná-lo perfeito e a obra do Espírito Santo em Paulo foi usá-lo. Isso porque as suas naturezas e visões quanto à busca não eram as mesmas. Ambos tiveram a obra do Espírito Santo. Pedro aplicou essa obra a si mesmo e também a proporcionou a outros; Paulo, por sua vez, só proporcionou a totalidade da obra do Espírito Santo a outros e ele mesmo não ganhou nada dela. Assim, depois de ter experimentado a obra do Espírito Santo por tantos anos, as mudanças em Paulo foram quase inexistentes. Ele ainda permanecia quase em seu estado natural, e ainda era o Paulo de antes. É simplesmente que, depois de suportar as dificuldades de muitos anos de trabalho, ele aprendera a trabalhar e aprendera a resistir, mas sua antiga natureza – a sua natureza altamente competitiva e mercenária – ainda permanecia. Depois de trabalhar durante tantos anos, ele não conhecia seu caráter corrompido, nem se livrara de seu antigo caráter, que ainda era claramente visível em seu trabalho. Havia nele apenas mais experiência de trabalho, mas essa pequena experiência somente foi incapaz de mudá-lo e não pôde alterar suas visões a respeito da existência ou do significado de sua busca. Paulo trabalhou muitos anos para Cristo e nunca voltou a perseguir o Senhor Jesus, mas não houve mudança alguma no conhecimento de Deus em seu coração. Isso significa que ele não trabalhou para devotar-se a Deus; em lugar disso, foi compelido a trabalhar por causa de seu destino futuro. Porque, no início, ele perseguia Cristo e não se submetia a Ele; era inerentemente um rebelde que se opunha a Cristo propositalmente e não tinha conhecimento algum da obra do Espírito Santo. Ao concluir seu trabalho, ele ainda não conhecia a obra do Espírito Santo e agia meramente por sua livre vontade e conforme a sua própria natureza, sem atentar minimamente para a vontade do Espírito Santo. E assim sua natureza estava em inimizade contra Cristo e não obedecia à verdade. Como seria possível salvar alguém assim, que havia sido abandonado pela obra do Espírito Santo, que não tinha conhecimento da obra do Espírito Santo e que também se opunha a Cristo? Que um homem possa ou não ser salvo não depende de quanto trabalho ele fizer nem de quanto ele se devotar, mas é, em vez disso, determinado por ele conhecer ou não a obra do Espírito Santo, por ser ou não capaz de pôr a verdade em prática e por ter visões com relação à busca que estejam em conformidade com a verdade.
Embora tenham de fato ocorrido revelações naturais depois que Pedro começou a seguir Jesus, na natureza ele era, desde o princípio, alguém disposto a submeter-se ao Espírito Santo e a buscar a Cristo. Sua obediência ao Espírito Santo era pura – ele não procurava fama nem fortuna, mas era motivado pela obediência à verdade. Embora em três ocasiões Pedro tenha negado conhecer Cristo e embora tenha tentado o Senhor Jesus, tais ligeiras fraquezas humanas não tinham relação com sua natureza, não afetaram a sua futura busca nem são prova suficiente de que sua tentação foi um ato de anticristo. A fraqueza humana normal é algo que todas as pessoas do mundo compartilham – você espera que Pedro seja diferente? As pessoas não sustentam certas opiniões sobre Pedro porque ele cometeu vários erros tolos? E as pessoas não veneram tanto Paulo por causa de todo o trabalho que fez e de todas as epístolas que escreveu? Como poderia o homem ser capaz de enxergar através da essência do homem? É certo que aqueles que realmente têm razão possam ver algo de tamanha insignificância? Ainda que os muitos anos de experiências dolorosas de Pedro não estejam registrados na Bíblia, isso não prova que ele não teve experiências reais, nem que não foi tornado perfeito. Como pode o homem compreender totalmente a obra de Deus? Os registros incluídos na Bíblia não foram escolhidos pessoalmente por Jesus, mas compilados por gerações posteriores. Logo, tudo o que foi registrado na Bíblia não foi escolhido de acordo com as ideias do homem? De mais a mais, como o fim de Pedro e o de Paulo não consta expressamente das epístolas, o homem julga Pedro e Paulo segundo as suas próprias percepções e preferências. E por ter trabalhado tanto e feito “contribuições” tão grandes, Paulo ganhou a confiança das massas. O homem não se concentra só em superficialidades? Como poderia o homem ser capaz de enxergar através da essência do homem? Sem falar que, uma vez que Paulo tem sido objeto de veneração há milênios, quem se atreveria a negar impetuosamente o seu trabalho? Sendo Pedro apenas um pescador, como poderia ser a sua contribuição tão grande quanto a de Paulo? Com base na contribuição, Paulo deveria ter sido recompensado antes de Pedro e deveria ter sido o mais qualificado para ganhar a aprovação de Deus. Quem poderia imaginar que, em Seu lidar com Paulo, Deus simplesmente o fez trabalhar mediante seus dons, ao passo que tornou Pedro perfeito. De forma alguma é verdade que o Senhor Jesus fizera planos para Pedro e Paulo desde o princípio – aliás, eles foram tornados perfeitos ou postos para trabalhar de acordo com a natureza inerente deles. Logo, o que as pessoas veem são apenas as contribuições visíveis do homem, enquanto o que Deus vê é a essência do homem, bem como a senda que ele busca desde o início e a motivação por trás da sua busca. As pessoas avaliam um homem segundo as concepções e as percepções delas, embora o derradeiro final de um homem não seja determinado de acordo com seus fatores externos. E, portanto, Eu digo que se a senda que você toma desde o princípio é a senda do sucesso e seu ponto de vista em relação à busca é o correto desde o início, você é como Pedro; se a senda que você trilha é a senda do fracasso, seja qual for o preço que pague, seu fim ainda será igual ao de Paulo. Em qualquer caso, seu destino, e o seu sucesso ou fracasso, são determinados pelo fato de a senda que você escolhe ser a certa ou não, e não pela sua devoção nem pelo preço que paga. As essências de Pedro e Paulo e as metas que eles perseguiram eram diferentes; o homem é incapaz de descobrir essas coisas e só Deus pode conhecê-las inteiramente. Pois o que Deus vê é a essência do homem, ao passo que o homem nada sabe sobre sua própria substância. O homem é incapaz de enxergar a substância no interior do homem ou a sua real estatura, e assim é incapaz de identificar as razões do fracasso e do sucesso de Paulo e de Pedro. A razão pela qual a maioria das pessoas venera Paulo e não Pedro é que Paulo foi usado para o trabalho público, e o homem consegue perceber esse trabalho; então as pessoas reconhecem as “realizações” de Paulo. As experiências de Pedro, entretanto, são invisíveis para o homem, e o que Pedro buscou é inatingível pelo homem, logo o homem não tem interesse algum em Pedro.
Pedro foi tornado perfeito por meio da experiência de tratamento e refinamento. Ele disse: “Devo satisfazer o desejo de Deus a todo momento. Em tudo o que faço, só procuro satisfazer o desejo de Deus e, quer eu seja castigado ou julgado, ainda fico feliz por fazê-lo”. Pedro deu tudo de si a Deus, e seu trabalho, suas palavras, sua vida inteira, foi tudo por amar a Deus. Ele foi alguém que buscou santidade e, quanto mais experimentava, maior era o amor por Deus no fundo de seu coração. Paulo, entretanto, fez um trabalho apenas externo e, ainda que também tenha trabalhado muito, sua labuta foi por uma questão de fazer seu trabalho corretamente e, assim, ganhar uma recompensa. Se soubesse que não receberia recompensa, ele teria desistido de seu trabalho. Aquilo com que Pedro se importava era o amor verdadeiro dentro de seu coração e aquilo que era prático e que podia ser alcançado. Não lhe importava se receberia ou não uma recompensa, mas se o seu caráter podia ser modificado. Paulo interessava-se em trabalhar sempre mais, interessava-se por trabalho externo e devoção, pelas doutrinas não experimentadas por pessoas comuns. Não se interessava nada por mudanças profundas em seu interior, nem por um verdadeiro amor a Deus. As experiências de Pedro foram para alcançar um amor e um conhecimento verdadeiros de Deus. Suas experiências eram para ganhar um relacionamento mais próximo com Deus e ter um viver prático. O trabalho de Paulo era por causa daquele que Jesus lhe confiara e visava obter as coisas que ele almejava, mas essas não tinham relação com seu conhecimento de si mesmo e de Deus. Seu trabalho era unicamente para escapar do castigo e do julgamento. O que Pedro buscava era amor puro, e o que Paulo buscava era a coroa da justiça. Pedro experimentou a obra do Espírito Santo por muitos anos e tinha conhecimento prático de Cristo, bem como profundo conhecimento de si mesmo. Logo, seu amor a Deus era puro. Muitos anos de refinamento haviam elevado o seu conhecimento de Jesus e da vida, e seu amor era um amor incondicional, um amor espontâneo, e ele não pedia nada em troca nem esperava benefício algum. Paulo trabalhou durante muitos anos, mas não possuiu um grande conhecimento de Cristo e seu conhecimento de si mesmo também era lamentavelmente pequeno. Ele simplesmente não tinha amor algum por Cristo e seu trabalho e o curso que seguiu foram para obter os louros finais. O que ele buscava era a coroa mais fina, não o amor mais puro. Ele não buscava ativamente, mas de forma passiva; não estava cumprindo o seu dever, mas foi compelido em sua busca depois de ser capturado pela obra do Espírito Santo. Logo, sua busca não prova que ele fosse uma criatura de Deus qualificada; Pedro sim, foi uma criatura de Deus qualificada que cumpria o seu dever. Os homens pensam que todos os que fazem uma contribuição para Deus devem ser recompensados e que, quanto maior a contribuição, maior a garantia de se receber o favor de Deus. A essência do ponto de vista do homem é transacional e ele não procura ativamente cumprir o seu dever como criatura de Deus. Para Deus, quanto mais as pessoas buscam um amor verdadeiro e a completa obediência a Deus, o que também implica procurar cumprir o seu dever como criaturas de Deus, mais elas são capazes de obter a aprovação de Deus. O ponto de vista de Deus é exigir que o homem recupere seu dever e sua condição originais. O homem é uma criatura de Deus, então não deve se exceder fazendo quaisquer exigências de Deus e não deve fazer nada além de cumprir o seu dever como criatura de Deus. Os destinos de Paulo e de Pedro foram mensurados de acordo com o fato de eles terem sido capazes ou não de cumprir o seu dever como criaturas de Deus, não segundo o tamanho de sua contribuição; os destinos deles foram determinados de acordo com o que eles buscaram desde o princípio, não de acordo com a quantidade de trabalho que fizeram nem com o apreço de outras pessoas por eles. Portanto, procurar cumprir ativamente o dever como criatura de Deus é a senda para o sucesso; buscar a senda de um verdadeiro amor a Deus é a senda mais correta; buscar mudanças no antigo caráter, bem como um amor puro a Deus é a senda para o sucesso. Tal senda para o sucesso é a senda da recuperação tanto do dever original quanto da aparência original de uma criatura de Deus. Ela é a senda da recuperação e também é o objetivo de toda a obra de Deus, do início ao fim. Se a busca do homem for maculada por exigências pessoais extravagantes e anseios irracionais, o efeito obtido não será de mudanças no caráter do homem. Isso contraria a obra de recuperação. Isso sem dúvida não é a obra feita pelo Espírito Santo, e assim prova que a busca desse tipo não é aprovada por Deus. Que significado tem uma busca que não é aprovada por Deus?
O trabalho feito por Paulo foi exibido diante do homem, mas quão puro era seu amor por Deus e quanto amor ele tinha por Deus no fundo de seu coração – isso não é visível aos homens. O homem só consegue enxergar o trabalho que Paulo fez, a partir do qual o homem sabe que ele certamente foi usado pelo Espírito Santo, e então o homem pensa que Paulo era melhor que Pedro, que seu trabalho foi maior, pois ele foi capaz de prover às igrejas. Pedro só cuidou de suas experiências pessoais e ganhou apenas poucas pessoas no curso de seu trabalho esporádico. Dele há apenas algumas pouco conhecidas epístolas, mas quem sabe quão grande foi seu amor a Deus no fundo do coração? Paulo trabalhou para Deus dia após dia; desde que houvesse trabalho a fazer, ele o fazia. Ele sentia que assim poderia ganhar a coroa e satisfazer a Deus, mas não procurou meios de mudar a si mesmo através de seu trabalho. Pedro sentia-se incomodado com qualquer coisa em sua vida que não satisfizesse o desejo de Deus. Se algo não satisfazia o desejo de Deus, ele sentia-se arrependido e procurava uma maneira adequada pela qual pudesse se empenhar para satisfazer o coração de Deus. Mesmo nos menores e mais e inconsequentes aspectos de sua vida, ele ainda exigia de si mesmo a satisfação do desejo de Deus. E não era menos rigoroso no que dizia respeito ao seu antigo caráter, sempre rígido ao exigir de si mesmo progresso mais profundo na verdade. Paulo buscava só reputação superficial e status. Buscava exibir-se diante dos homens e não procurava fazer nenhum progresso mais profundo na entrada na vida. O que lhe interessava era a doutrina, não a realidade. Algumas pessoas dizem: “Paulo trabalhou tanto para Deus, por que não foi comemorado por Ele? Pedro realizou só um pouco de trabalho para Deus e não fez grande contribuição para as igrejas; então, por que ele foi tornado perfeito?” Pedro amou a Deus até certo ponto, que era exigido por Deus; somente pessoas assim têm testemunho. E quanto a Paulo? Você sabe em que medida Paulo amou a Deus? Para que foi o trabalho de Paulo? E para que foi o trabalho de Pedro? Pedro não fez muito trabalho, mas você sabe o que estava no fundo do coração dele? O trabalho de Paulo diz respeito à provisão e ao apoio às igrejas. O que Pedro experimentou foram mudanças em seu caráter de vida; ele experimentou um amor a Deus. Agora que você conhece a diferença de suas substâncias, pode ver quem, em última instância, acreditou verdadeiramente em Deus e quem não acreditou verdadeiramente em Deus. Um deles amou Deus autenticamente, o outro não amou Deus autenticamente; um passou por mudanças em seu caráter, o outro não; um serviu humildemente sem ser facilmente notado pelas pessoas, e o outro foi adorado pelo povo, e foi uma grande figura; um buscou santidade e o outro não e, embora não fosse impuro, não era dotado de amor puro; um era dotado de autêntica humanidade e o outro não; um era dotado da razão de uma criatura de Deus e o outro não. Eis as diferenças entre as substâncias de Pedro e de Paulo. A senda que Pedro trilhou é a do sucesso, que é também a senda de se alcançar a recuperação da humanidade normal e dever de uma criatura de Deus. Pedro representa todos os que são bem-sucedidos. A senda trilhada por Paulo é a do fracasso, e ele representa todos aqueles que só se submetem e se gastam superficialmente, sem amarem genuinamente a Deus. Paulo representa todos aqueles que não possuem a verdade. Na sua crença em Deus, Pedro procurou satisfazer Deus em tudo, e procurou obedecer a tudo o que viesse de Deus. Sem a mais ligeira queixa, ele pôde aceitar castigo e julgamento, bem como refinamento, tribulação e escassez em sua vida, e nada disso conseguiu mudar seu amor a Deus. Não é este o máximo amor a Deus? Não é este o cumprimento do dever de uma criatura de Deus? Quer no castigo, no julgamento ou na tribulação; você é sempre capaz de alcançar a obediência até a morte, e isso é o que uma criatura de Deus deve alcançar, esta é a pureza do amor a Deus. Se o homem pode conseguir tanto assim, ele é uma criatura de Deus qualificada, e não há nada que melhor satisfaça o desejo do Criador. Imagine que você seja capaz de trabalhar para Deus, mas não obedeça a Deus e não consiga amar a Deus autenticamente. Desse modo, você não só não terá cumprido o dever de uma criatura de Deus, como também será condenado por Deus porque é alguém que não possui a verdade, que é incapaz de obedecer a Deus e que é desobediente a Deus. Você só se interessa em trabalhar para Deus e não tem interesse em pôr a verdade em prática nem em conhecer-se. Você não compreende nem conhece o Criador, não obedece nem ama o Criador. Você é alguém inerentemente desobediente a Deus, e pessoas assim não são prezadas pelo Criador.
12/20/2018
Aqueles que amam a Deus viverão para sempre em Sua luz
A essência da crença da maioria das pessoas em Deus é a convicção religiosa: elas são incapazes de amar a Deus e só podem segui-Lo como um robô, e não conseguem verdadeiramente ansiar por Deus ou adorá-Lo. Elas simplesmente O seguem silenciosamente. Muitas pessoas acreditam em Deus, mas há muito poucas que amam a Deus; elas só reverenciam a Deus porque temem uma catástrofe, ou então admiram a Deus porque Ele é excelso e poderoso ─ mas em sua reverência e admiração não há amor ou anelo verdadeiro. Em suas experiências, elas buscam as minúcias da verdade, ou então alguns mistérios insignificantes. A maioria das pessoas apenas segue, elas pescam em águas turvas apenas para receber bênçãos; elas não buscam a verdade, nem realmente obedecem a Deus para receber as bênçãos de Deus. A vida da crença de todas as pessoas em Deus não tem sentido, é sem valor, e nela estão suas considerações e buscas pessoais; elas não creem em Deus para amá-Lo, mas para serem abençoadas. Muitas pessoas agem como bem entendem, fazem o que querem e nunca consideram os interesses de Deus, ou se o que elas estão fazendo está de acordo com a vontade de Deus. Essas pessoas não conseguem alcançar a crença verdadeira, muito menos o amor a Deus. A essência de Deus não é apenas para o homem acreditar; é, ainda mais, para o homem amar. Mas muitos daqueles que creem em Deus são incapazes de descobrir esse “segredo”. As pessoas não se atrevem a amar a Deus, nem tentam amá-Lo. Elas nunca descobriram que há tantas coisas amáveis em Deus, elas nunca descobriram que Deus é o Deus que ama o homem, e que Ele é o Deus que é para o homem amar. A beleza de Deus é expressa em Sua obra: Somente quando experimentam Sua obra, as pessoas podem descobrir Sua beleza, somente em suas experiências reais podem apreciar a beleza de Deus e, sem observá-la na vida real, ninguém pode descobrir a beleza de Deus. Há muito o que amar a respeito de Deus, mas sem realmente se envolver com Ele, as pessoas não conseguem descobrir isso. O que significa dizer que, se Deus não Se tornasse carne, as pessoas seriam incapazes de realmente se envolver com Ele, e se elas fossem incapazes de realmente se envolver com Ele, elas também não seriam capazes de experimentar Sua obra ─ e assim o amor delas por Deus seria manchado com muita falsidade e imaginação. O amor ao Deus no Céu não é tão real quanto o amor ao Deus na Terra, pois o conhecimento das pessoas sobre Deus no Céu é construído sobre suas imaginações, e não sobre o que elas viram com seus próprios olhos, e o que elas pessoalmente experimentaram. Quando Deus vem à Terra, as pessoas são capazes de contemplar Seus feitos reais e Sua beleza, e elas podem ver todo o Seu caráter prático e normal, que é milhares de vezes mais real do que o conhecimento do Deus no Céu. Independentemente de quanto as pessoas amam o Deus no Céu, não há nada de real nesse amor, e está cheio de ideias humanas. Não importa quão pouco seja seu amor pelo Deus na Terra, esse amor é real; mesmo que haja apenas um pouco, ainda é real. Deus faz com que as pessoas O conheçam através da verdadeira obra, e através desse conhecimento Ele ganha o amor delas. É como Pedro: se ele não tivesse vivido com Jesus, teria sido impossível para ele adorar a Jesus. Assim também, sua lealdade para com Jesus foi construída em seu envolvimento com Jesus. Para fazer o homem amá-Lo, Deus veio entre o homem e vive junto com o homem, e tudo o que Ele faz o homem ver e experimentar é a realidade de Deus.
12/06/2018
Bate-papo "Nosso pastor disse…" Acredite no Senhor Jesus que deveria ouvir de quem
Bate-papo "Nosso pastor disse…" Acredite no Senhor Jesus que deveria ouvir de quem
Yu Shunfu é uma crente do mundo religioso que adora pastores e presbíteros. Ela acha que "pastores e presbíteros foram todos ordenados por Deus e que obedecer a eles é obedecer a Deus", por isso, ela ouve seu pastor em tudo o que faz, até mesmo na questão de dar as boas-vindas ao retorno do Senhor. Mas por meio de uma brilhante rodada de debates, Yu Shunfu consegue ver que seguir as concepções religiosas é absurdo e irracional. Assim, finalmente, ela percebe que, na crença em Deus, exaltá-Lo é o mais importante, e que devemos reservar o "templo" do nosso coração para Ele. Então, ela escolhe procurar e investigar o verdadeiro caminho sozinha.Ler mais:Palavra de Deus
Fonte: Igreja de Deus Todo-Poderoso
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