10/24/2019

A voz de Deus "O Próprio Deus, o Único III A autoridade de Deus (II)" Parte seis

As palavras de Deus Todo-Poderoso mencionadas neste vídeo são extraídas do livro "Continuação de A Palavra manifesta em carne". O conteúdo deste vídeo:
. Submeta-se ao domínio do Criador e enfrente a morte com calma
. As buscas e os ganhos de Jó em vida permitem-lhe encarar a morte serenamente
. Só aceitando a soberania do Criador se pode voltar para Seu lado
5. As buscas e os ganhos de Jó em vida lhe permitem encarar a morte calmamente

Nas Escrituras é relatado sobre Jó: “Então morreu Jó, velho e cheio de dias” (Jó 42:17). Isso significa que quando faleceu Jó não tinha arrependimentos e não sentia mágoa, mas partiu deste mundo naturalmente. Como todos sabem, Jó foi um homem que temeu a Deus e evitou o mal enquanto viveu; Deus elogiou seus feitos justos, as pessoas lembravam-se deles, e a sua vida, mais do que a de qualquer outro, teve valor e significado. Jó desfrutou das bênçãos de Deus e foi chamado de justo por Ele na terra; também foi provado por Deus e testado por Satanás; ele foi testemunha de Deus e mereceu ser chamado de uma pessoa justa. Durante as várias décadas depois que foi provado por Deus, ele viveu uma vida que era ainda mais valiosa, significativa, fundamentada e pacífica que antes. Em razão de seus feitos justos, Deus o pôs à prova; em razão de seus feitos justos, Deus apareceu-lhe e lhe falou diretamente. Então, durante os anos seguintes a essa provação, Jó compreendeu e apreciou o valor da vida de maneira mais concreta, alcançou uma compreensão mais profunda da soberania do Criador e ganhou um conhecimento mais preciso e certo de como o Criador dá e tira Suas bênçãos. O Livro de Jó registra que Deus Jeová concedeu a Jó bênçãos ainda maiores que antes, deixando-o em situação ainda melhor para conhecer a soberania do Criador e encarar a morte calmamente. Então Jó, quando envelheceu e encarou a morte, certamente não teria ficado ansioso quanto à sua propriedade. Ele não tinha preocupações, não tinha nada para lamentar, e é claro que não temia a morte; pois ele passou a vida toda trilhando o caminho de quem teme a Deus e evita o mal e não tinha motivo para se preocupar com o próprio fim. Quantas pessoas poderiam agir hoje de todas as maneiras que Jó agiu quando se confrontou com a própria morte? Por que ninguém é capaz de manter uma conduta aparente tão simples? Por uma única razão: Jó viveu sua vida na busca subjetiva da fé, do reconhecimento e da submissão à soberania de Deus, e foi com essa fé, esse reconhecimento e essa submissão que ele passou pelas conjunturas importantes da vida, viveu seus últimos anos e saudou a conjuntura final de sua vida. Independentemente do que Jó experimentou, suas buscas e metas na vida foram felizes, não dolorosas. Ele era feliz não só por causa das bênçãos ou do elogio que o Criador lhe concedeu, mas, o que é mais importante, por causa de suas buscas e metas de vida, por causa do conhecimento gradual e da verdadeira compreensão da soberania do Criador que ele alcançou ao temer a Deus e evitar o mal, e além disso por causa dos maravilhosos feitos Dele que Jó experimentou pessoalmente durante seu tempo como sujeito da soberania do Criador, das experiências e recordações calorosas e inesquecíveis de coexistência, familiaridade e mútua compreensão entre o homem e Deus; por causa do conforto e da alegria decorrentes de conhecer a vontade do Criador; por causa da reverência que surgiu após ver que Ele é grande, maravilhoso, amável e fiel. O motivo de ser capaz de encarar a morte sem sofrimento algum foi que Jó sabia que, ao morrer, voltaria para o lado do Criador. E foram suas buscas e seus ganhos em vida que lhe permitiram encarar a morte calmamente, encarar a perspectiva de o Criador tomar de volta a sua vida, com o coração tranquilo, e, ademais, imaculado e livre de preocupação, ficar diante do Criador. Hoje em dia as pessoas conseguem alcançar o tipo de felicidade que Jó possuía? Vocês estão em condições de fazê-lo? Uma vez que as pessoas da atualidade estejam, por que são incapazes de viver com alegria, como Jó? Por que são incapazes de escapar do sofrimento do medo da morte? Quando encaram a morte, algumas pessoas se molham; outras tremem, desmaiam, vociferam contra o Céu e contra o homem igualmente, até lamuriam e choram. Essas não são de modo algum as reações súbitas que ocorrem quando a morte se aproxima. As pessoas têm comportamentos constrangedores como esses principalmente porque, no fundo do coração, elas temem a morte, porque não têm conhecimento e apreciação claros da soberania de Deus e de Seus arranjos, muito menos se submetem verdadeiramente a eles; porque elas não querem nada além de arranjar e governar tudo sozinhas, controlar a própria sina, a própria vida e morte. Não é de surpreender, portanto, que as pessoas nunca sejam capazes de escapar do medo da morte.
em “A Palavra manifesta em carne”
Nós podemos realmente entender a autoridade de Deus apenas na Palavra de Deus.

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