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9/25/2020

A misericórdia de Deus depende do verdadeiro arrependimento da humanidade.


A misericórdia de Deus depende do verdadeiro arrependimento da humanidade.

A misericórdia de Deus depende do verdadeiro arrependimento da humanidade.

📚📚Olhando para as duas cidades pecadoras registradas na Bíblia, Sodoma e Nínive, não havia lugar para Deus no coração do povo destas duas cidades, e elas eram tão perversas e corruptas que foram alvo da decisão de Deus quis destruir. O povo da cidade de Sodoma lutou abertamente com Deus sem qualquer arrependimento para com Ele, e a sua teimosia contra Ele ofendeu o Seu caráter, sofreram destruição eterna. Mas quando o povo de Nínive, desde os reis até ao povo, ouviu a mensagem de Jonas de que Deus os iria destruir em quarenta dias, arrependeram-se imediatamente a Deus em pano de saco e na cinza, já não fazendo coisas más contra Deus, e os seus temor de Deus ganhou a misericórdia e o perdão de Deus, e todo o povo de Nínive foi poupado porque se arrependeu a Deus.

A partir dos diferentes resultados de Sodoma e Nínive, podemos ver que se temos ou não o temor de Deus e a prática do verdadeiro arrependimento perante as advertências e a obra de Deus determina se vamos ou não receber a misericórdia e salvação de Deus.

Deus Todo-Poderoso diz: “Deus usou a Sua atitude para dizer às pessoas o seguinte: não é que Deus não tolere as pessoas, nem que Ele não lhes queira mostrar misericórdia; é que elas raramente se arrependem de forma verdadeira perante Deus e é raro que as pessoas se afastem verdadeiramente de seus caminhos maus e abandonem a violência em suas mãos. Em outras palavras, quando Deus fica bravo com o homem, Ele espera que o homem seja capaz de se arrepender verdadeiramente e Ele espera ver o verdadeiro arrependimento do homem, em cujo caso Ele irá então continuar liberalmente a conceder Sua misericórdia e tolerância ao homem. Ou seja, a má conduta do homem incorre na ira de Deus, enquanto a misericórdia e a tolerância são concedidas àqueles que ouvem a Deus e se arrependem verdadeiramente perante Ele, àqueles que conseguem se afastar de seus caminhos maus e abandonar a violência em suas mãos. A atitude de Deus foi muito claramente revelada em Seu tratamento dos ninivitas: a misericórdia e a tolerância de Deus não são de forma alguma difíceis de se obter; Ele requer arrependimento verdadeiro de uma pessoa. Contanto que as pessoas se afastem de seus maus caminhos e abandonem a violência em suas mãos, Deus mudará o Seu coração e mudará a Sua atitude em relação a elas.

Extraído de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

seus temor de Deus ganhou a misericórdia e o perdão de Deus

12/30/2019

A ressurreição de Lázaro glorifica a Deus


Deus Todo-Poderoso diz: "Quando o Senhor Jesus trouxe Lázaro de volta dos mortos, Ele disse apenas uma frase: 'Lázaro, vem para fora!' Ele não disse mais nada além disso – o que essas palavras representam? Elas representam que Deus pode realizar qualquer coisa através da fala, incluindo ressuscitar um morto. Quando Deus criou todas as coisas, quando Ele criou o mundo, Ele o fez com palavras. Ele usou comandos verbais, palavras com autoridade, e assim todas as coisas foram criadas. Foi realizado dessa maneira. Essa única frase falada pelo Senhor Jesus foi exatamente como as palavras ditas por Deus quando Ele criou os céus e a terra e todas as coisas; a frase também continha a autoridade de Deus, a capacidade do Criador. Todas as coisas foram formadas e ficaram firmes devido às palavras saídas da boca de Deus, e da mesma forma, Lázaro saiu do túmulo devido às palavras saídas da boca do Senhor Jesus. Essa era a autoridade de Deus, demonstrada e realizada na Sua carne encarnada. Esse tipo de autoridade e capacidade pertencia ao Criador, e ao Filho do homem em quem o Criador Se realizou. É esse o entendimento ensinado à humanidade por Deus ao trazer Lázaro de volta à vida".


de "A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus III"

ler mais palavras de Deus Todo-Poderoso:baixar o livro a palavra manifesta em carne

11/28/2019

Deus espera que o homem se arrependa de verdade

arrependa de verdade, temor a Deus,e evitar o mal
Fonte da imagem: Igreja de Deus Todo-Poderoso

453 Deus espera que o homem se arrependa de verdade

1 Independentemente do quão bravo Deus havia ficado com os ninivitas, tão logo eles declararam um jejum e usaram panos de saco e cinzas, o Seu coração gradualmente amoleceu e Ele começou a mudar Seu coração. Quando Ele lhes proclamou que destruiria a cidade deles — o momento anterior à confissão e ao arrependimento de pecados por parte deles — Deus ainda estava bravo com eles. Uma vez que eles tinham passado por uma série de atos de arrependimento, a raiva de Deus pelas pessoas de Nínive gradualmente se transformou em misericórdia e tolerância a eles.

2 Não há nada de contraditório na revelação coincidente desses dois aspectos do caráter de Deus no mesmo evento. Deus expressou e revelou essas substâncias completamente opostas de forma sucessiva, enquanto o povo de Nínive se arrependia, permitindo que as pessoas vissem a realidade e a inofendibilidade da substância divina. Deus usou a Sua atitude para dizer às pessoas o seguinte: não é que Deus não tolere as pessoas, nem que Ele não lhes queira mostrar misericórdia; é que elas raramente se arrependem de forma verdadeira perante Deus e é raro que as pessoas se afastem verdadeiramente de seus caminhos maus e abandonem a violência em suas mãos.

3 Quando Deus fica bravo com o homem, Ele espera que o homem seja capaz de se arrepender verdadeiramente e Ele espera ver o verdadeiro arrependimento do homem, em cujo caso Ele irá então continuar liberalmente a conceder Sua misericórdia e tolerância ao homem. Ou seja, a má conduta do homem incorre na ira de Deus, enquanto a misericórdia e a tolerância são concedidas àqueles que ouvem a Deus e se arrependem verdadeiramente perante Ele, àqueles que conseguem se afastar de seus caminhos maus e abandonar a violência em suas mãos. A atitude de Deus foi muito claramente revelada em Seu tratamento dos ninivitas: a misericórdia e a tolerância de Deus não são de forma alguma difíceis de se obter; Ele requer arrependimento verdadeiro de uma pessoa. Contanto que as pessoas se afastem de seus maus caminhos e abandonem a violência em suas mãos, Deus mudará o Seu coração e mudará a Sua atitude em relação a elas.

Adaptado de ‘O Próprio Deus, o Único II’ em “A Palavra manifesta em carne”

Artigo recomendado: como se livrar do pecado

7/25/2019

(II) Palavras clássicas sobre a revelação da obra da Era da Graça por Deus


Deus para salvar a humanidade,significado de redenção,


       Como Conhecer a Deus : Palavras clássicas sobre os três estágios da obra de Deus para salvar a humanidade
(II) Palavras clássicas sobre a revelação da obra da Era da Graça por Deus

32. Então, durante a Era da Graça, Jesus veio para redimir toda a humanidade caída (e não somente os israelitas). Ele mostrou misericórdia e benignidade ao homem. O Jesus que o homem viu na Era da Graça foi cheio de benignidade e sempre foi amoroso em relação ao homem, pois Ele tinha vindo para salvar a humanidade do pecado. Ele foi capaz de perdoar os homens de seus pecados até que a Sua crucificação redimiu completamente a humanidade do pecado. Durante esse período, Deus apareceu diante do homem com misericórdia e benignidade; isto é, Ele se tornou uma oferta pelo pecado para o homem e foi crucificado pelos pecados do homem de modo que eles pudessem, para sempre, ser perdoados. Ele foi misericordioso, compassivo, longânimo e amoroso. E todos os que seguiram a Jesus na Era da Graça, do mesmo modo buscaram ser longânimos e amorosos em todas as coisas. Eles foram longânimos e nunca revidaram, mesmo quando apanhavam, eram amaldiçoados ou apedrejados.

de ‘As duas encarnações completam o significado da encarnação’ em “A Palavra manifesta em carne

33. A obra que Jesus fez estava de acordo com as necessidades do homem naquela era. Sua tarefa era redimir a humanidade, perdoar os pecados dela, e assim, Seu caráter era totalmente de humildade, paciência, amor, piedade, tolerância, misericórdia e benignidade. Ele abençoou a humanidade ricamente, trouxe-lhe graça em abundância, e todas as coisas que as pessoas poderiam desfrutar, Ele as concedeu para o seu deleite: paz e felicidade, Sua tolerância e amor, Sua misericórdia e benignidade. Naqueles dias, tudo o que as pessoas encontravam era uma abundância de coisas para desfrutar: seus corações estavam em paz e tranquilizados, seus espíritos foram consolados e elas eram sustentadas pelo Salvador Jesus. Elas podiam receber essas coisas em consequência da era em que viviam. Na Era da Graça, o homem já havia se submetido à corrupção de Satanás e, assim, a obra de redimir toda a humanidade requereu uma abundância de graça, tolerância e paciência infinitas e, ainda mais, uma oferta suficiente para expiar os pecados da humanidade, para alcançar o resultado. O que a humanidade viu na Era da Graça foi meramente Minha oferta de expiação pelos pecados dela, isto é, Jesus. Tudo o que as pessoas sabiam era que Deus poderia ser misericordioso e tolerante, e tudo o que elas viram foi a misericórdia e a benignidade de Jesus. Isso ocorreu porque viviam na Era da Graça. Antes que pudessem ser redimidas, tinham que desfrutar dos muitos tipos de graça que Jesus lhes concedia; só isso foi benéfico para elas. Dessa forma, elas poderiam ser perdoadas de seus pecados por meio do gozo da graça e ter a chance de ser redimidas por meio do desfrutar da tolerância e paciência de Jesus. Somente por meio da tolerância e paciência de Jesus é que elas ganharam o direito de receber perdão e desfrutar da abundância da graça concedida por Jesus, assim como Ele disse: “Não vim para redimir os justos, mas os pecadores, para permitir que os pecadores sejam perdoados de seus pecados”. […] Quanto mais Jesus amava a humanidade, perdoando-lhes os pecados e levando-lhes misericórdia e benignidade suficientes, mais as pessoas adquiriam a capacidade de serem salvas e chamadas de cordeiros perdidos que Jesus comprou de volta por um grande preço. Satanás não conseguiu se intrometer nesta obra, porque Jesus tratava Seus seguidores como uma mãe amorosa trata o bebê em seu seio. Ele não Se zangava com eles nem os desprezava, mas os consolava. Ele nunca Se enfurecia no meio deles, mas tolerava os pecados deles e fazia vista grossa à sua tolice e ignorância, a ponto de dizer: “Perdoe os outros setenta vezes sete vezes”. Seu coração transformava o coração dos outros. Desta maneira é que as pessoas receberam o perdão dos pecados por meio de Sua tolerância.

de ‘A verdadeira história por trás da obra na Era da Redenção’ em “A Palavra manifesta em carne”

34. Quando o Senhor Jesus iniciou a Sua obra, Ele já havia deixado para trás os grilhões da Era da Lei e rompido com os regulamentos e princípios daquela era. Nele, não havia vestígio de nada relativo à lei; Ele a havia rejeitado inteiramente e não mais a observava e não mais exigia que a humanidade a observasse. Então aqui você vê que o Senhor Jesus passou pelos campos de trigo no sábado; o Senhor não descansou, mas sim estava fora, operando. Essa Sua ação foi um choque para as concepções das pessoas e comunicou a elas que Ele não mais vivia sob a lei, e que havia deixado as limitações do sábado e aparecido diante da humanidade e em seu meio em uma nova imagem, com uma nova maneira de operar. Essa Sua ação disse às pessoas que Ele havia trazido consigo uma nova obra, que começou com sair da lei e sair do sábado.

de ‘A obra de Deus, o caráter de Deus e o Próprio Deus III’ em “A Palavra manifesta em carne”

35. Só poderia haver uma nova era quando Jesus viesse para fazer uma nova obra, para lançar uma nova era, romper a obra feita anteriormente em Israel e conduzir Sua obra não de acordo com a obra feita por Jeová em Israel, ou com Suas antigas regras, ou em conformidade com quaisquer regulamentos, mas sim para fazer a nova obra que Ele deveria fazer. O Próprio Deus vem para abrir uma era, e o Próprio Deus vem para acabar com uma era. O homem é incapaz de fazer o trabalho de começar uma era e concluir a era. Se Jesus não acabasse com a obra de Jeová, isso seria prova de que Ele era apenas um homem e incapaz de representar a Deus. Precisamente porque Jesus veio e concluiu a obra de Jeová, dando sequência à obra de Jeová por iniciar Sua própria obra, nova obra, isso prova que se tratava de uma nova era e que Jesus era o Próprio Deus.

de ‘A visão da obra de Deus (3)’ em “A Palavra manifesta em carne”

36. Embora Jesus em Sua encarnação estivesse totalmente sem emoção, Ele sempre consolou Seus discípulos, proveu para eles, os ajudou e sustentou. Por mais que trabalhasse ou por mais sofrimento que suportasse, Ele nunca fez exigências excessivas ao povo, mas sempre foi paciente e tolerante com seus pecados, de modo que as pessoas na Era da Graça O chamavam carinhosamente de “o amável Salvador Jesus”. Para as pessoas daquele tempo, para todas elas, o que Ele tinha e era foram misericórdia e benignidade. Ele nunca Se lembrou das transgressões das pessoas, e o tratamento que lhes deu não se baseava nas transgressões delas. Porque aquela foi uma era diferente, Ele frequentemente dava abundante comida e bebida às as pessoas para que elas se saciassem. Ele tratava todos os Seus seguidores com graça, curando os doentes, expulsando os demônios, ressuscitando os mortos. Para que as pessoas cressem Nele e vissem que tudo o que Ele fez foi com sinceridade e de coração aberto, Ele chegou ao ponto de ressuscitar um cadáver em decomposição, mostrando-lhes que em Suas mãos até mesmo os mortos poderiam voltar à vida. Desse modo, Ele resistiu silenciosamente e fez a Sua obra de redenção no meio deles. Mesmo antes de ser pregado na cruz, Jesus já havia tomado sobre Si os pecados da humanidade e Se tornara uma oferta pelo pecado dela. Mesmo antes de ser crucificado, Ele já havia aberto o caminho para a cruz a fim de redimir a humanidade. Por fim, Ele foi pregado na cruz, sacrificando-Se por causa da cruz, e concedeu toda a Sua misericórdia, benignidade e santidade à humanidade. Com a humanidade, Ele sempre foi tolerante, nunca vingativo, mas perdoou os pecados das pessoas, exortou-as a se arrependerem e as ensinou a ter paciência, tolerância e amor, a seguirem Seus passos e sacrificarem a si mesmas por causa da cruz. Seu amor pelos irmãos excedia o Seu amor por Maria. A obra que Ele realizou tinha como princípio curar as pessoas e expulsar os demônios, tudo por causa de Sua redenção. Não importa onde Ele fosse, tratava a todos os que O seguiam com graça. Ele tornava os pobres em ricos, os coxos andavam, os cegos viam, e os surdos ouviam; Ele até convidava os mais humildes, os destituídos, os pecadores, a sentarem à mesma mesa com Ele, nunca Se afastando deles, mas sempre sendo paciente, até dizendo: “Quando um pastor perder uma ovelha em cem, ele deixará para trás as noventa e nove para buscar a única ovelha perdida, e quando ele a encontrar, se alegrará muito”. Ele amava os Seus seguidores como uma ovelha ama seus cordeiros. Embora fossem insensatos, ignorantes, pecadores aos Seus olhos e, além disso, fossem os membros mais humildes da sociedade, Ele considerava esses pecadores – homens que os outros desprezavam – como a menina dos Seus olhos. Porque Ele os favoreceu, deu a vida por eles e como um cordeiro foi oferecido no altar. Ele andava no meio deles como se fosse servo deles, permitindo que O usassem e matassem, submetendo-Se a eles incondicionalmente. Para Seus seguidores Ele era o adorável Salvador Jesus, mas para os fariseus, que ensinavam o povo de um alto pedestal, Ele não mostrou misericórdia e benignidade, mas aversão e ressentimento. Ele não fez muita obra entre os fariseus, só ocasionalmente os ensinou e repreendeu. Ele não andou no meio deles fazendo a obra da redenção, nem realizando sinais e maravilhas. Ele concedeu toda a Sua misericórdia e benignidade aos Seus seguidores, sofrendo pelo bem desses pecadores até o fim, quando foi pregado na cruz, e sofrendo toda humilhação até que Ele tivesse redimido completamente toda a humanidade. Essa foi a importância total de Sua obra.

de ‘A verdadeira história por trás da obra na Era da Redenção’ em “A Palavra manifesta em carne”

37. Quando Jesus veio, Ele também fez parte da obra de Deus e proferiu algumas palavras, mas qual foi a principal obra que Ele realizou? Sua principal realização foi a obra da crucificação. Ele se tornou a semelhança da carne pecaminosa para concluir a obra de crucificação e redimir toda a humanidade, e foi por causa de todo o pecado da humanidade que Ele serviu como oferta pelo pecado. Esta é a principal obra que Ele realizou. Por fim, Ele forneceu o caminho da cruz para guiar os que vieram depois. Quando Jesus veio, foi principalmente para completar a obra de redenção. Ele redimiu toda a humanidade e trouxe o evangelho do reino dos céus ao homem; além disso, trouxe o reino dos céus. Como resultado, aqueles que vieram depois disseram: “Devemos percorrer o caminho da cruz e nos sacrificar pela cruz”. Claro que, no início, Jesus também fez algumas outras obras e proferiu algumas palavras para fazer o homem se arrepender e confessar seus pecados. Mas Seu ministério ainda era a crucificação, e os três anos e meio que Ele passou pregando o caminho foram em preparação para a crucificação que veio depois. As várias vezes que Jesus orou também foram em nome da crucificação. A vida de homem normal que Ele levou e os trinta e três anos e meio que Ele viveu na Terra foram principalmente para concluir a obra da crucificação; eles deveriam dar-Lhe força e torná-Lo capaz de empreender esta obra, por isso Deus confiou a obra da crucificação a Ele.

de ‘Tudo é realizado pela palavra de Deus’ em “A Palavra manifesta em carne”

38. Na época, a obra de Jesus foi a redenção de toda a humanidade. Os pecados de todos que acreditavam Nele foram perdoados; contanto que você acreditasse Nele, Ele o redimiria; se você acreditasse Nele, não era mais pecador e estava aliviado de seus pecados. É isso que significava ser salvo e ser justificado pela fé. No entanto, naqueles que acreditavam ainda restava o que era rebelde e se opunha a Deus e o que ainda precisava ser removido lentamente. A salvação não significava que o homem havia sido completamente ganho por Jesus, mas sim que o homem não era mais do pecado, que ele havia sido perdoado de seus pecados: se você acreditasse, nunca mais seria do pecado.

de ‘A visão da obra de Deus (2)’ em “A Palavra manifesta em carne”

39. Pois, na Era da Graça, os demônios se afastavam do homem com a imposição das mãos e pela oração, mas os caracteres corruptos dentro do homem ainda permaneciam. O homem foi curado de sua doença e seus pecados perdoados, mas a obra a respeito de como os caracteres satânicos corruptos dentro do homem poderiam ser descartadas não foi feita nele. O homem foi apenas salvo e perdoado por sua fé, mas a natureza pecaminosa do homem não foi retirada e ainda permaneceu dentro dele. Os pecados do homem foram perdoados através de Deus encarnado, mas isso não significa que o homem não tenha pecado algum dentro dele. Os pecados do homem podiam ser perdoados através da oferta pelo pecado, mas o homem tem sido incapaz de resolver a questão de exatamente como ele pode não pecar mais e como sua natureza pecaminosa pode ser eliminada completamente e transformada. Os pecados do homem foram perdoados por causa da obra da crucificação de Deus, mas o homem continuou a viver no velho e corrupto caráter satânico. Como tal, o homem deve ser completamente salvo do caráter satânico corrupto para que a natureza pecaminosa do homem seja completamente eliminada e nunca mais se desenvolva, permitindo, assim, que o caráter do homem seja alterado.

de ‘O mistério da encarnação (4)’ em “A Palavra manifesta em carne”

40. Sem a redenção de Jesus, os seres humanos sempre teriam vivido em pecado e se tornariam filhos do pecado, os descendentes de demônios. Continuando desse modo, a terra inteira teria se tornado um local de alojamento para Satanás, um lugar para sua habitação. Mas a obra da redenção requeria mostrar misericórdia e benignidade para a humanidade; só assim, ela poderia receber o perdão e, finalmente, ganhar o direito de ser completada e plenamente ganha. Sem esse estágio da obra, o plano de gestão de seis mil anos não teria prosseguido. Se Jesus não tivesse sido crucificado, se tivesse apenas curado o povo e exorcizado seus demônios, o povo não poderia ter sido completamente perdoado por seus pecados. Nos três anos e meio que Jesus passou fazendo Sua obra na terra, Ele completou apenas metade da obra da redenção; ao ser pregado na cruz e Se tornar em semelhança da carne pecaminosa, ao ser entregue ao maligno, Ele completou a obra da crucificação e conquistou o destino da humanidade. Somente depois de ser entregue nas mãos de Satanás é que Ele redimiu a humanidade. Por trinta e três anos e meio Ele sofreu na terra, sendo ridicularizado, caluniado e abandonado, até o ponto de não ter onde reclinar a cabeça, nem um lugar de descanso. Depois foi crucificado, com todo o Seu ser – um corpo imaculado e inocente – pregado na cruz e submetido a todo tipo de sofrimento. Aqueles que estavam no poder zombavam Dele e O açoitavam, e os soldados cuspiram em Sua face; todavia, permaneceu em silêncio e aguentou até o fim, submetendo-Se incondicionalmente até a morte, depois do que redimiu toda a humanidade. Só então foi-Lhe permitido descansar. A obra que Jesus fez representa apenas a Era da Graça; não representa a Era da Lei, nem é uma substituta para a obra dos últimos dias. Essa é a essência da obra de Jesus na Era da Graça, a segunda era pela qual a humanidade passou: a Era da Redenção.

de ‘A verdadeira história por trás da obra na Era da Redenção’ em “A Palavra manifesta em carne”

7/06/2019

Eu encontrei um verdadeiro lar


Eu encontrei um verdadeiro lar 
"Voltei para a família de Deus,Na abençoada terra de Canaã, tudo é fresco, tudo tem vida.
Fonte da imagem: Relâmpago do Oriente
2018-08-17
10

Yangyang, Estados Unidos

Quando eu tinha três anos de idade, meu pai faleceu. Minha mãe tinha acabado de dar luz ao meu irmão caçula e minha avó, devido à superstição, disse que eram minha mãe e meu irmão que tinham causado a morte dele. Por falta de opção melhor, minha mãe teve que pegar esse meu irmão e ir morar na casa do pai dela, então, desde as minhas mais tenras lembranças, eu estava morando com meu avô e minha avó. Embora me tratassem bem, eu ainda me sentia sozinha e queria realmente estar com minha mãe e meu irmãozinho. Esperava ter o mesmo amor maternal que as outras crianças recebiam. Na realidade, eu não estava pedindo muito; tudo o que eu queria era uma verdadeira família, uma mãe que me amasse com carinho, com quem eu pudesse dividir meus sentimentos de verdade. Porém, mesmo sendo tão pouco, isso se transformou em uma esperança extraordinária. Eu só conseguia ver minha mãe aos finais de semana. Quando tinha qualquer problema na escola, minha mãe nunca estava presente. Eu era como um tufo de grama à beira da estrada; ninguém demonstrava qualquer interesse por mim. Com o tempo, eu me tornei uma pessoa sem amor-próprio e guardava tudo no coração; não tomava iniciativa para interagir com outras pessoas. Quando estava com dezesseis anos, algumas pessoas no meu vilarejo estavam de partida para o exterior para trabalhar e eu fiquei tentada com a ideia. Pensei comigo: as condições da minha família não são das melhores e, se eu fosse para o exterior, poderia ter meu próprio meio de vida e enviar parte dos meus ganhos para a minha família. Desse jeito eu poderia ajudá-la a viver um pouco melhor.

5/28/2019

I. É preciso dar testemunho do aspecto da verdade acerca da encarnação de Deus




                                                    Fonte da imagem: Igreja de Deus Todo-Poderoso

2. O que é a encarnação? Qual é a substância da encarnação?
Versos da Bíblia para referência:

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1:1).

“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai” (João 1:14).

“Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida” (João 14:6).

5/21/2019

Eu encontrei um verdadeiro lar

                                     
                                                                                   Yangyang, Estados Unidos 

 Quando eu tinha três anos de idade, meu pai faleceu. Minha mãe tinha acabado de dar luz ao meu irmão caçula e minha avó, devido à superstição, disse que eram minha mãe e meu irmão que tinham causado a morte dele. Por falta de opção melhor, minha mãe teve que pegar esse meu irmão e ir morar na casa do pai dela, então, desde as minhas mais tenras lembranças, eu estava morando com meu avô e minha avó. Embora me tratassem bem, eu ainda me sentia sozinha e queria realmente estar com minha mãe e meu irmãozinho. Esperava ter o mesmo amor maternal que as outras crianças recebiam. Na realidade, eu não estava pedindo muito; tudo o que eu queria era uma verdadeira família, uma mãe que me amasse com carinho, com quem eu pudesse dividir meus sentimentos de verdade. Porém, mesmo sendo tão pouco, isso se transformou em uma esperança extraordinária. Eu só conseguia ver minha mãe aos finais de semana. Quando tinha qualquer problema na escola, minha mãe nunca estava presente. Eu era como um tufo de grama à beira da estrada; ninguém demonstrava qualquer interesse por mim. Com o tempo, eu me tornei uma pessoa sem amor-próprio e guardava tudo no coração; não tomava iniciativa para interagir com outras pessoas. Quando estava com dezesseis anos, algumas pessoas no meu vilarejo estavam de partida para o exterior para trabalhar e eu fiquei tentada com a ideia. Pensei comigo: as condições da minha família não são das melhores e, se eu fosse para o exterior, poderia ter meu próprio meio de vida e enviar parte dos meus ganhos para a minha família. Desse jeito eu poderia ajudá-la a viver um pouco melhor. 



 Em agosto de 2000, eu vim para os Estados Unidos sozinha tentar a sorte. Acordava de manhã bem cedo e trabalhava o dia todo, até tarde da noite, sem ter ninguém ao meu lado com quem pudesse dividir meus pensamentos. Por fora eu me segurava, mas, por dentro, me sentia particularmente solitária e desolada. Sempre que me encontrava desse jeito, eu sentia falta da minha família e ansiava ainda mais conseguir ter uma família feliz.